A contrapelo podcast

O A contrapelo é o seu podcast de ciências humanas. Um projeto feito coletivamente para auxiliar os estudantes e entusiastas da grande área de humanas a terem um contéudo de qualidade e em formato podcastal. Assim, você poderá arrumar seu quarto, fazer uma caminhada, salvar a humanidade e estudar ao mesmo tempo.
Vamos juntos?

História, Ciências Social e Educação

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Episódios

Ep.16 - História e Literatura: Metodologias para o uso de fontes ficcionais. - Com Profa. Renata Freitas

História e Literatura: Metodologias para o uso de fontes ficcionais
 
 
Como pensar as aproximações interdisciplinares entre História e Literatura? Como a historiografia contemporânea tem recebido as fontes ficcionais na produção do conhecimento histórico? Quais as possíveis estratégias metodológicas adotadas pelos historiadores no manuseio desse tipo de texto/fonte? Essas e outras questões nortearam as discussões desse episódio do Podcast A contrapelo.
 
Com a participação de:
 
Profa. Renata Dal Sasso Freitas – Pós-doc. em História (UFRGS)
Mateus Roque da Silva – Mestrando em Letras (PUC Minas)
Iago Nathanael Vieira Mufaz – Graduando em História (PUC Minas)
 
Referências
 
CHARBEL, Felipe. As novas fisionomias do romance histórico. História da Historiografia, Vol. 13, n. 32. 2002, p. 19-46. 
 
DE GROOT, Jerome. The historical novel. Nova York: Routledge, 2009.
 
ELIAS, Amy. Metahistorical romance, the historical sublime, and dialogic history. Rethinking History: the Journal of Theory and Practice, Vol. 9, n. 2/3. 2005, 159-172.

Ep.15 - Mediação de conflitos. (Com Sabrina Celeste Silva)

Olá ouvintes do A contrapelo!!!
Hoje iremos falar sobre o que é a mediação de conflitos e porquê essa aréa está conquistando espaço dentro do direito. Para isso, convidamos a advogada Sabrina Celeste Silva para nos informar sobre como é o processo, como são realizados os pedidos de mediação, quais os métodos, entre outras perguntas.

Para quem tiver interesse em saber mais, o instagram dela é "@sabrinacelestes".
Recomendação de leitura: Comunicação não violenta.
Acessem também o site do Tribunal de Justiça de Minas Gerais: Tjmg.jus.br

Tem algum tema que acredite ser relevante e gostaria de ver por aqui? Basta nos mandar uma mensagem pelo nosso site: www.acontrapelo.com.br

Para saber um pouco mais sobre a convidada:
http://lattes.cnpq.br/4491461123613984


Ep.14 - Precisamos falar sobre o FASCISMO!!!


Os fascismos no mundo contemporâneo

O que a filosofia e a história podem nos dizer sobre o fascismo? Quais são as definições clássicas desse conceito? Essas características elencadas podem ser identificadas no mundo contemporâneo? É possível dialogar com simpatizantes do fascismo em uma sociedade democrática? Essas e outras questões nortearam as discussões desse episódio do Podcast A Contrapelo.


Com a participação de:


Mateus Roque da Silva – Mestrando em Letras (PUC Minas)


Christian Henrique – Graduando em História (UFMG)


Thais Luz Resende Gonçalves – Graduanda em Filosofia (PUC Minas)



Referências:


ARENDT, Hannah. Eichmann em Jerusalém: um relato sobre a banalidade do mal. São Paulo: Ed. Companhia das Letras, 1999.


ARENDT, Hannah. As Origens do Totalitarismo: totalitarismo, o paroxismo do poder. Rio de Janeiro: Ed. Documentário, 1979.


BERTH, Joice. O que é empoderamento? Belo Horizonte (MG): Letramento, 2018.


KONDER, Leandro. Introdução ao fascismo. 2° ed. São Paulo: Expressão Popular, 2009.


RIBEIRO, Djamila. O que é lugar de fala? Belo Horizonte: Grupo Editorial Letramento: Justificando, 2017.


SCHWARCZ, Lilia Moritz. Sobre o autoritarismo brasileiro. Companhia das Letras, 2019.



Ep.13 - O papel social da História na era da (des)informação. Com prof. José D'Assunção Barros.

O último episódio da série "Seis propostas para a historiografia do novo milênio" com o Prof. José D'Assunção Barros.
Alguns dos tópicos abordados na parte 3:
-Uma conversa sobre o papel social da história e como ela pode nos ajudar na era da desinformação.
-Um ensino de história ligado a teoria/crítica e não apenas ao passado.
-A perseguição da história enquanto disciplina nos currículos escolares em épocas de repressão.

Também será nesse episódio que o professor responderá as perguntas feitas pelos ouvintes.

José D’Assunção Barros é Doutor e Mestre em História pela Universidade Federal Fluminense (UFF), possui graduação em História e em Música pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), além de possuir graduação também em música pelo Conservatório Brasileiro de Música. Atualmente é professor associado da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, onde atua principalmente na área de Teoria da História, Historiografia, Metodologia da História, História Cultural, História da Música e Musicologia Histórica.
link do livro: https://www.amazon.com.br/Seis-desafios-para-historiografia-Mil%C3%AAnio-ebook/dp/B081VTFZSQ

Bakhtin: Entre a Filosofia e as ciências da linguagem. - Carlos Alberto Faraco. (Parte3)

No dia 04 de março de 2020 recebemos no programa de Pós graduação em Letras da PUC Minas, o Prof. Dr. Carlos Alberto Faraco para falar sobre seus estudos na área de linguística. A terceira parte da palestra consiste em uma mesa redonda entre o palestrante e os professores da Pós-graduação em Letras da PUC Minas: Milton do Nascimento, Márcia Marques de Morais e Hugo Mari. Ficamos felizes por poder compartilhar com vocês um momento importante como esse e de muito aprendizado. Deixamos nossos agradecimentos aos professores acima, que são grande fonte de inspiração para todos que querem seguir por esse caminho. 

O A contrapelo agradece ao Programa de Pós-Graduação em Letras da PUC Minas por permitir a gravação da palestra e ao Professor Faraco por sua fala e disponibilidade em nos atender. Fica também nossa gratidão à professora Juliana Assis, por possibilitar o diálogo com Faraco e por se mostrar disposta, aberta e solícita para novos projetos. 
Esperamos que vocês gostem!

Gostou? Quer participar? Entre em contato!
Nosso site: www.acontrapelo.com.br

Ep. 12 - História e criatividade: Novas formas de escrita e novas interdisciplinariedade.

Continuação do " Ep.11 - Seis propostas para a historiografia do novo milênio - Com prof. José D'Assunção Barros".

Nessa segunda parte, o professor fala sobre outros temas abordados em seu livro "seis desafios para a historiografia do novo milênio", entre eles, as propostas para uma nova escrita da história e como a criatividade é necessária na adapção do historiador com as novas tecnologias. Além disso, ele aborda como o projeto interdisciplinar proposto pelos annales deve ser continuado e diferencia a interdisciplinariedade do uso de uma outra área como apenas mais um objeto da história.

José D’Assunção Barros é Doutor e Mestre em História pela Universidade Federal Fluminense (UFF), possui graduação em História e em Música pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), além de possuir graduação também em música pelo Conservatório Brasileiro de Música. Atualmente é professor associado da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, onde atua principalmente na área de Teoria da História, Historiografia, Metodologia da História, História Cultural, História da Música e Musicologia Histórica.

link do livro: https://www.amazon.com.br/Seis-desafios-para-historiografia-Mil%C3%AAnio-ebook/dp/B081VTFZSQ

Mais informações sobre o projeto em: acontrapelo.com.br

Bakhtin: Entre a Filosofia e as ciências da linguagem. - Carlos Alberto Faraco. (Parte2)

No dia 04 de março de 2020 recebemos no programa de Pós graduação em Letras da PUC Minas, o Prof. Dr. Carlos Alberto Faraco para falar sobre seus estudos na área de linguística. A segunda parte da palestra consiste em um diálogo entre os ouvintes e o palestrante! Muitas perguntas foram levantadas por professores e alunos presentes, sendo respondidas pelo professor convidado! 

O A contrapelo agradece ao Programa de Pós-Graduação em Letras da PUC Minas por permitir a gravação da palestra e ao Professor Faraco por sua fala e disponibilidade em nos atender. Fica também nossa gratidão à professora Juliana Assis, por possibilitar o diálogo com Faraco e por se mostrar disposta, aberta e solícita para novos projetos. 
Esperamos que vocês gostem!

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Nosso site: www.acontrapelo.com.br

Ep.11 - Seis propostas para a Historiografia do novo milênio - Com o prof. José D'Assunção Barros

Nesta série de três episódios recebemos o historiador José D’Assunção Barros para uma conversa sobre o seu último livro “Seis Desafios Para a Historiografia do Novo Milênio”. Nesta primeira parte o perguntamos sobre o que este século trouxe de novo em relação aos séculos anteriores para a historiografia e como se coloca a questão da responsabilidade social da historiografia com relação à emergência de novos desafios específicos de nosso século.

José D’Assunção Barros é Doutor e Mestre em História pela Universidade Federal Fluminense (UFF), possui graduação em História e em Música pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), além de possuir graduação também em música pelo Conservatório Brasileiro de Música. Atualmente é professor associado da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, onde atua principalmente na área de Teoria da História, Historiografia, Metodologia da História, História Cultural, História da Música e Musicologia Histórica.
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4775874Y6

Mais informações em: acontrapelo.com.br

Ep.10 - Minas Gerais no cenário republicano (1889 - 1918)

Minas Gerais no cenário republicano (1889 - 1918)

Como a proclamação da república, protagonizada por uma elite militarizada e urbana, foi assimilada nas mais diversas regiões do Brasil? O povo brasileiro, em sua essência, é democrático? E Minas Gerais? Como o estado interiorano aparece no cenário brasileiro, ainda nos primeiros anos do novo regime? Essas e outras questões nortearam as discussões desse episódio do Podcast A contrapelo.

Com a participação:
Ana Lídia - Mestranda em Ciências Sociais/ Historiadora.
Fabrício Portugal - Bacharel em Direito/ Graduando em História.
Mateus Roque - Mestrando em Letras/ Historiador.

Referências:

AVRITZER, Leonardo; STARLING, Heloisa Murgel; BRAGA, Pauliane; ZANANDREZ, Priscila. Pensando a democracia, a república e o estado de direito no Brasil. Belo Horizonte: Projeto república, 2019.

FERREIRA, Jorge; DELGADO, Lucilia de Almeida Neves. O Brasil republicano: O tempo do liberalismo oligárquico: da proclamação da república à revolução de 1930 - Primeira República (1889 - 1930). Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2018.

PEREIRA, Luiz Carlos Bresser. O surgimento do Estado republicano. São Paulo: Lua Nova: Revista de Cultura e Política, 2004, p. 131 - 150.

SCHWARCZ, Lilia Moritz; STARLING, Heloisa Murgel (Orgs.). Dicionário da república: 51 textos críticos. São Paulo: Companhia das Letras, 2019.

SEVCENKO, Nicolau. Literatura como missão: Tensões sociais e criação cultural na Primeira República. São Paulo: Companhia das Letras, 2003.

STARLING, Heloisa Murgel. Ser republicano no Brasil colônia: A história de uma tradição esquecida. Companhia das Letras, 2018.

Ep.9 - Melancolia e História (parte 2) - Com o prof. Cláudio Diniz

Continuando o nosso último episódio, trouxemos a segunda parte do trabalho sobre Melancolia e História do Professor/Historiador Cláudio Lúcio de Carvalho Diniz.

As concepções intelectuais da ideia de melancolia na América Latina obedecem a matrizes nem sempre coerentes entre si. Podemos falar de redes específicas de construção narrativa, mas não devemos pensar em generalizações que garantam a formação de escolas de pensamentos melancólico. Na verdade, o que existe é um horizonte de ideia compartilhado por autores de origem intelectual diversa. As ideias, por seu turno, não são imutáveis, mas dinâmicas e diversas. As matrizes que orientaram o ensaio melancólico ou pessimista latino americano, nas primeiras décadas do século XX, carregam no seu bojo a marca do racismo científico e do positivismo. Contudo, as formas como circularam e foram absorvidas nas obras de Alcides Arguedas e Paulo Prado obedecem a lógicas matriciais diferentes. Nesse podcast gostaríamos de tecer algumas considerações sobre a configuração melancólica no Diário
íntimo (1900-1946), de Alcides Arguedas, e no Retrato do Brasil (1928), de Paulo Prado. As tradições intelectuais inventadas na matriz europeia são, certamente, progenitoras do universo de significados relidos nas obras de nossos autores.

Cláudio Lúcio de Carvalho Diniz
Doutor em História Social no PPGHIS-UFRJ (concluído em setembro de 2012), possui graduação em história/bacharelado e história/licenciatura pela Universidade Federal de Ouro Preto, pós-graduação lato sensu em metodologias do ensino superior pela Universidade Estadual de Goiás e mestrado em história social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Tem experiência no campo da história e das humanidades em geral.
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