Aqui tem ciência

O Aqui tem ciência é uma pílula sobre estudos da UFMG, abrangendo todas as áreas do conhecimento. Toda segunda nossa equipe de reportagem conversa com um pesquisador sobre o trabalho desenvolvido por ele e mostra como a ciência é importante para melhorar a nossa vida. 

Ciência e Educação

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Episódios

95. Os efeitos da política externa no comércio exterior

Como a política externa brasileira contribui para o desenvolvimento do País a partir dos fluxos comerciais, ou seja, das importações e exportações? A pergunta orientou a pesquisa realizada por Mario Schettino Valente durante o doutorado em Ciência Política na UFMG. O pesquisador analisou os cem principais parceiros comerciais do Brasil no período de 1985 a 2018. Saiba mais neste episodio do "Aqui tem ciência".

94. A trajetória acadêmica e profissional de mulheres negras na medicina

Como foi a trajetória acadêmica e profissional de mulheres negras que ingressaram no curso de graduação em Medicina da UFMG em 2009? A questão norteia a dissertação de mestrado defendida pela psicóloga Ieda Abreu na Faculdade de Educação da UFMG. O ano de 2009 foi escolhido por ter sido o primeiro ano da política afirmativa de bônus para estudantes de escolas públicas implementada pela Universidade. A política antecedeu a implantação da Lei de Cotas, instituída nacionalmente em 2012. Saiba mais detalhes sobre a pesquisa no novo episódio do "Aqui tem ciência".

93. Como policiais percebem a questão étnico-racial?

Policial e pesquisador, Paulo Tiego decidiu investigar na sua pesquisa de doutorado desenvolvida na Faculdade de Educação da UFMG qual é a percepção dos policiais sobre as questões étnico-raciais e como essas questões são abordadas nos cursos de formação de oficiais. O estudo também mapeou onde estão os pretos e pardos na PM de Minas. Saiba mais no novo episódio do "Aqui da ciência".

92. Pesquisa ressalta papel da educação infantil para cultura antirracista

Como crianças ainda muito pequenas, na faixa de três anos a quatro anos, compreendem os significados do corpo e do cabelo negros em suas interações? Professora da educação infantil, a pesquisadora Elândia dos Santos foi atrás da resposta para essa questão, em sua pesquisa de mestrado desenvolvida no programa de Pós-graduação Conhecimento e Inclusão Social em Educação da UFMG. Saiba mais no novo episódio do "Aqui tem ciência".


91. Os constrangimentos ao debate público sobre mineração

Os desastres com as barragens de Mariana, em 2015, e de Brumadinho, em 2019, colocaram a atividade de mineração no centro do debate público no estado de Minas Gerais. No entanto, passados alguns meses, o debate esfriou e a questão voltou ao lugar secundário que sempre ocupou. A avaliação é do pesquisador Filipe Motta, autor da tese de doutorado Constrangimentos ao debate público sobre mineração em Minas, defendida junto ao Programa de Pós-Graduação em Ciência Política da UFMG, em maio de 2021. Saiba mais no novo episódio do "Aqui tem ciência".

90. As relações de poder na doação de sangue

A doação de sangue é uma prática com várias regras, destinadas a garantir a segurança de quem vai receber a transfusão. Muita gente acaba sendo considerada inapta para a doação, mas não desiste na primeira tentativa. A pesquisadora Stela Milagres analisou o discurso de pessoas desse grupo, a partir das relações de poder discutidas por um dos filósofos mais conhecidos do século XX, Michel Foucault. O trabalho resultou em uma dissertação de mestrado realizada na Escola de Enfermagem da UFMG. Saiba mais no novo episódio do "Aqui tem ciência".

89. Ideológicos, mas nem tanto: pesquisa estuda características da identificação política

Basta abrir uma notícia sobre política para encontrar comentários falando sobre esquerda e direita. Isso é um exemplo que mostra que o nível de identificação ideológica da população em um ou outro lado do espectro político cresceu nos últimos anos. Compreender as nuances desse aumento nos níveis de identificação, já demonstrado por outros estudos, foi o objetivo do mestre e doutorando pelo Programa de Pós-Graduação em Ciência Política da UFMG, Pedro Marques, em sua dissertação de mestrado. Saiba mais no novo episódio do "Aqui tem ciência".

88. O patrimônio cultural nas cidades inteligentes

Como os patrimônios culturais vão sobreviver em meio ao uso crescente de tecnologias no ambiente urbano? Preocupada com questões, Juliana de Castro desenvolveu sua dissertação de mestrado na Escola de Ciência da Informação da UFMG. A pesquisa analisou 56 estudos sobre o assunto e a aplicação de algumas propostas de cidades inteligentes no Brasil. O trabalho constatou fraquezas em relação à questão patrimonial nos projetos que vêm sendo implementados. Saiba mais no novo episódio do "Aqui tem ciência".

87. Qual é a alimentação ideal para gestantes?

Um estudo realizado na UFMG avaliou os padrões alimentares de 260 mulheres grávidas. Uma das conclusões foi que a predominância de alimentos processados e ultraprocessados aumenta as chances de o bebê nascer com peso inadequado, ou seja, com peso maior ou menor do que o esperado. A pesquisa foi realizada por Cecília Viana Lobo em seu mestrado no Programa de Pós-Graduação e Saúde da Escola de Enfermagem da UFMG. Saiba mais no novo episódio do "Aqui tem ciência'.

86. Os agentes penitenciários e a estrutura prisional do Brasil

Pensando em compreender o funcionamento da estrutura prisional com base no trabalho dos agentes penitenciários, a pesquisadora Marcela Sobreira escreveu sua tese de doutorado em psicologia pela UFMG. Durante a pesquisa, ela fez visitas a 13 unidades prisionais do estado de Minas Gerais e dividiu sua análise em três categorias: trabalho, corpo e poder. Saiba mais no novo episódio do "Aqui tem ciência".
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