Storytellers

Ninguém passa um único dia sem contar e consumir histórias. Mesmo alguém isolado numa caverna vai contar histórias, nem que seja pra si mesmo. Muitas vezes a gente nem se dá conta, mas o Storytelling está ali presente na situação. Um encontro num café vai ter troca de histórias. Num encontro com vinho e velas. No almoço em família. Muitas vezes com desconhecidos, que talvez pelas histórias decidam ficar amigos. A gente vive e mal percebe que até as músicas da trilha sonora do dia nos cantaram histórias.
No meio de tanta história, uma coisa é certa: toda história é um dado rumo à um alvo. Um artista quer passar uma mensagem, expressar um sentimento, explicar algo da alma humana. Ele então faz filmes e livros e peças e música e games e quadros e o que mais for necessário para compor suas narrativas.
Líderes contam histórias que inspiram de equipes a povos. Com Storytelling certeiro, conseguem apontador todos para a mesma direção e com o mesmo ritmo.
Educadores contam histórias para ensinar pupilos de forma clara, prática e intrigante. Uma boa aula não precisa de projetor. Com boas histórias até um luau vira sala de aula.
Publicitários contam histórias condensadas. Quando o Storytelling é certeiro, conseguem popularizar e valorizar marcas e assim vender mais: para mais pessoas, mais vezes, com mais retorno. 
Os usos do Storytelling podem servir a qualquer tipo de profissional. Um advogado pode contar histórias para defender seu cliente, da mesma forma que um médico pode sensibilizar seu paciente para a importância de um tratamento. Um conselheiro financeiro pode narrar melhor a história por trás de seus números. Empreendedores conseguem explicar melhor e mais rápido as histórias de suas startups. ( Fernando Palácios - World’s Best Storyteller)
 
O Podcast tem sido uma das fermentas mais democráticas e praticas de se contar histórias, a proposta do Podcast STORYTELLERS é falar com e sobre quem narra ou colabora para narradores contarem suas histórias com habilidade e arte.         
“As histórias estão por toda parte, somos todos livros, lendo e sendo lidos o tempo todo, desde a concepção até  nossos últimos dias na terra, tudo compõe uma grande teia de historias com vários personagens, cenários, protagonistas e coadjuvantes. 
O mundo é uma grande biblioteca com historias sendo contadas o tempo todo, faladas, escritas, filmadas, cantadas, desenhadas ou fotografadas por seus contadores. “
Jorge Moreno 



Sociedade e Cultura, Ciências Social e Artes

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Episódios

Carteirada Racista

A história  do nosso protagonista é muito parecida com a história de qualquer outro menino negro, que desde cedo teve que lutar para conquistar o seu espaço em uma sociedade racista e preconceituosa, a única diferença é que Glaucus veio de uma família de classe media, o que não tornou sua vida mais fácil. 

Nesse episódio o Glaucus fala sobre a adolescência na Ilha do Governador, a faculdade de arquitetura, as primeiras bandas, festivais da UNE, o primeiro amor e a carteirada racista 

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Navio Negreiro

O saxofonista, produtor e arranjador carioca Glaucus Linx começou a estudar piano aos 5 anos, mas foi aos 19 no Conservatório de Música Villa-Lobos que definiu o sax como seu instrumento principal. Em 1985, produziu e arranjou Somos Todos Iguais, disco antológico de Elza Soares. Glaucus Linx também tocou com Zezé Mota, Sandra de Sá, Cazuza, César Camargo Mariano.  Em 1989, mudou-se para Paris, e rapidamente se entrosou com os músicos brasileiros, franceses, americanos e africanos da cena parisiense. Entre eles Isaac Hayes (Shaft), Zuchero, Yana Purim e Salif Keita e Carlinhos Brown.

Em 2005 criou o projeto Ancestrais Futuros, uma banda, álbum e apresentações com a proposta de apresentar a função primeira da música: "Provocar uma experiência espiritual e física, de cura e bem estar no ouvinte."     

O podcast Storytellers - Ancestrais Futuros é uma releitura deste projeto acrescentando novos elementos como a narrativa da ancestralidade do músico, novas experiências musicais e o diálogo com a nova geração da musica de matriz africana. 

No episódio de estreia, a chegada do avó de Glaucus ao Rio de Janeiro em um Navio Negreiro, sua infância em uma fazenda de Petrópolis como “adotado” e a fuga e casamento com uma portuguesa. Também fala sobre a história dos pais de Glaucus e a infância em Botafogo cercada de racismo e preconceitos.    

Redescubra sua ancestralidade e o poder da musica no “Ancestrais  Futuros”.  Seja bem vindo e boa viagem!  

Jorge Luiz Moreno ( @morenofalaserio)                                            

Saudade

Saudade de ser criança com meu irmão. Saudade que mata na quarentena.

A palavra saudade é uma exclusividade da Língua Portuguesa, o jornalista e cronista do Jornal Portal Felipe Lucena define bem e de forma linda o peso que essa palavra tem tido nestes dias de confinamento e perdas.

Por falar em confinamento lembrei das loucuras que eu e meu irmão inventávamos quando éramos crianças quando ficávamos confinados num quitinete enquanto minha mãe garantia o aluguel e a comida trabalhando como diarista. Mesma época em que nos tornamos batistas só pra filar o lanche da escola dominical. 

Aí deu saudade até do que doía e machucava.  
Solidão e miséria que a gente transformava em teatro e brincadeiras. 

Saudade de vender picolé para garantir o dinheiro amassado do teatro, saudade do Marcelo e do Grêmio Estudantil. 
Saudade não ter pai nem família de comercial de margarina, 
saudade... 
Saudade é assim...
Não se explica, se sente.

Cultura da doação e do compartilhamento

Cultura de doação ganha espaço entre brasileiros

Segundo matéria publicada no site da fundação  telefônica junho de 2019  http://fundacaotelefonica.org.br/  “ O brasileiro é solidário”. O  Country Giving Report 2018, o mais recente estudo sobre a doação individual no Brasil, revelou  que  sete em cada dez pessoas, ou seja, 70% realizam ao menos uma doação anualmente.

O mesmo relatório Country apontou  que as novas gerações de brasileiros são mais engajadas e doam mais. Segundo o estudo, pessoas entre 25 e 34 anos doaram mais dinheiro comparadas às pessoas com mais de 55 anos . Além disso, o estudo também constata que a faixa etária 18-24 anos é a que percebe mais o impacto positivo da atuação das organizações da sociedade civil. 

Isso reforça a máxima de doar faz bem! E faz mesmo , na natureza por exemplo , tudo que é compartilhado e distribuído tende a crescer e o que retém e represa , apodrece , morre ou fica inútil. Já procurou saber porque o mar morto tem esse nome? 

uma outra máxima, comum entre produtores artistas  é que você não pode doar aquilo que que você tem para garantir seu sustento. Essa eu respeito mas discordo. Generosidade e a gentileza é uma via de mão dupla mesmo quando não há interesse de retorno para quem doa. Eu gosto de outra máxima : cuide dos outros que a natureza cuida de você. 

Sim você pode e deve doar, seu talento, seu dinheiro, seu trabalho, suas horas, sua vida , o que você quiser,  importa que essa seja uma ação espontânea e alegre. 

Doar é uma ato solidário e a solidariedade é também aplicada na economia de mercado  [ ] A Economia Solidária é um jeito diferente de produzir, vender, comprar e trocar o que é preciso para viver. Sem explorar os outros, sem querer levar vantagem, sem destruir o ambiente. Cooperando, fortalecendo o grupo, cada um pensando no bem de todos e no próprio bem.

O leva que leva à  Economia colaborativa é uma economia em que bens e serviços são obtidos de forma compartilhada.

Cada vez mais o Colab ( produzir junto)  além de compartilhar ideias, serviços, produtos e espaços a nova cultura da economia colaborativa sugere a co criação – a possibilidade de ter não apenas um autor , mas vários e com plataforma sempre aberta para chegada de novas ideias e identidades.

mesmo na indústria fonográfica  onde a propriedade intelectual é hoje uma das principais fontes de receita, é cada vez mais comum o feat ( participações)  até no seguimento pop é comum as vezes ter tantos autores e participações num registro  como um samba enredo que tem mas de 10 autores .  

Os próprios influenciadores digitais, youtubers ou podcasters popularizaram o termo colab como forma de trocar e agregar views seguidores entre si. 

E por falar em colab hoje rola a participação do meu parceiro de podcast no Jornal Portal o Eduardo Lamas do Lamas Cast , uma critica ácida a qualidade da nossa Musica Popular Brasileira de Massa. 

Transformações positivas através da educação e da música.

Transformações positivas através da educação e da música.  

Neste episódio eu falo sobre o poder de transformação e inclusão social da educação, a educação artística e musical como apoio a educação formal e ao desenvolvimento das habilidades das crianças. O trabalho do Instituto Playing for Change Brasil e da Associação São Martinho no contra turno escolas das crianças. 

Como foi o primeiro e como será o segundo episodio Playing For Change Day at Home um evento para colaborar com a manutenção destes dois projetos. 

Uma ação solidária com mais de 100 músicos conectados 24 horas e uma equipe fera de articuladores: Affonso Nunes, Fabiana Salgueiro, Rodrigo Brandão e Diego Navega ( Multiplier App)  Felipe Barão, Diego, Ananda Torres, Samantha Kfuri, Patrícia Amaral  ( Agê Kid e Teen), Nando Pessoa, Dj Luiz Claudio e Fernando Kholl  (TV Gargarejo) mais o pessoal do Instituto Alan Eccel, Carlos Fabiani, Gil e o Marcelo Kery.        

O papo de linhaça hj é com o músico , pesquisador e professor de música Marcelo China, mais um colunista do Jornal Portal que dá as caras aqui no chá de linhaça.

Pra quem quiser saber mais sobre o evento que vai rolar este final de semana é só acessar o site oficial : https://playingforchangeday.org/event/playing-for-change-day-at-home-paz-atraves-da-musica 

Ou o site da TV Gargarejo sábado a partir do meio dia. 

https://www.gargarejo.live 

Se quiser colaborar a conta é: 68242-2 ( Banco Itaú)  -  Ag: 3835 - Instituto Playing For Change     CNPJ: 22.792.042/0001-45

papo de mulher, mulher, mulher

Perto do dia das mães uma reflexão sobre este, que é apenas um dos papeis que as mulheres desenvolvem com maestria. Todas as mulheres nasceram pra ser mãe?  

A convidada do Jornal do Portal deste episódio é a LAURA MAFFEI

Carioca da gema, pedagoga de formação e artista por transgressão, vem fazendo da pintura e da escrita sua maior forma de expressão e comunicação com o mundo. Falar sobre o que a sociedade quer varrer pra baixo do tapete é sua maior realização. 
Falar de mulher pra mulher, pra homem pra todo mundo é uma das coisas que ela mais gosta.
 

#TBT Jornal do Brasil

O JB  foi criado em 1891 e teve papel crucial na definição dos rumos da imprensa brasileira, sobretudo a partir de 1959, quando passou por uma revolucionária reforma gráfica e editorial. Vítima de longa e severa crise financeira, o periódico teve sua versão impressa extinta em 31 de agosto de 2010, quando passou a existir somente na internet.
Vítima de longa e severa crise financeira, o periódico teve sua versão impressa extinta em 31 de agosto de 2010, quando passou a existir somente na internet.
Voltou a circular nas bancas em 2018, mas infelizmente pouco mais de 1 ano depois encerrou definitivamente seu projeto de circulação. 
O Papo de Linhaça de hoje é com o Affonso Nunes , jornalista que iniciou a carreira no JB, voltou lá algumas vezes e acompanhou toda essa trajetória. Affonso é também um dos colunistas do Jornal Portal e assina o blog Na Caixa de CD sobre música. 

dia do livro

23 de Abril dia que se comemora o dia Dia mundial do Livro... 
Além de homenagear várias obras literárias e seus autores, a data também busca conscientizar as pessoas sobre os prazeres da leitura. 
Começando a nova temporada do chá de linhaça com o jornal a gente te pergunta: Quantos livros você leu no último trimestre? 
Se a resposta foi nenhum, não se sinta tão mal, você faz parte dos 74% de brasileiros que não compraram, nem leram nos últimos meses.
A partir deste episódio Chá de linhaça vai apresentar sempre um colunista do jornal portal pra falar sobre arte e cultura e outros temas conexos. 
O primeiro convidado é o Ricardo Dias pra falar sobre a ameaça que ronda o livro. 

Comunicação multiplataforma

Quando o rádio surgiu: “O fim do jornal impresso é certo!”
Quando surgiu a TV; “O rádio certamente vai acabar!”
Quando surgiu a internet “Agora vai acabar o jornal, o rádio e a TV!” 
Acabar não, migrar. 
Migrar para multiplataforma. 
Tudo junto, ao mesmo tempo, agora. 
Hoje o Papo de linhaça é com a Renata Couto, editora do Jornal Portal, que entendeu esta mudança e já se adaptou. 
E como hoje é dia de #tbt vamos recordar o P.F.C Day Rio 2018 
No Linhaça Jah, O Teatro Mágico, o que é Felicidade?

New York a cidade que não dorme, parou.

O estado de Nova York, que possui um terço da população da Itália e metade da população da Espanha, começa a se aproximar dos números desses dois países devastados pelo Covid-19 para a contagem diária de mortes. 
Mesmo que as medidas físicas de distanciamento sejam mantidas, autoridades da Casa Branca já alertaram que até 240 mil americanos podem morrer de coronavírus – matando mais do que as guerras da Coreia (1950-1953) e do Vietnã (1955-1975) juntas (94 mil mortos). 
A gente tem ouvido falar bastante em isolamento e distanciamento social nestes dias. Ficar isolado com a família já é algo bem complicado, agora ficar isolado dos seus parentes em um país distante deve ser algo bem pior. Se ficar sem emprego ou atividade profissional na sua própria cidade já é complicado, imaginem em outro país com todas as barreiras culturais e com o fato de você não ter os direitos sociais de um cidadão do país.   
No papo de linhaça um papo com Valdir Silva, locutor que está vivendo em nova York. No Linhaça Jah uma reflexão sobre Quem é o inimigo ?  

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