Desobediência Sonora

Mídia Popular, Independente e Anticapitalista

Podcast Desobediência Sonora
- Programa de entrevistas com convidados/as para divulgação da música independente e movimentações políticas, sociais, culturais e artísticas, sobretudo de caráter anti-capitalista.
* Quintas ás 16h na Rádio Antena Zero

Boletim Casa Virada
- Boletim Casa Virada, informativo semanal sobre medidas socioeducativas a partir de um olhar anarquista e abolicionista penal, com notícias de São Paulo, Brasil e América.
* Nos intervalos da Rádio Comunitária Cantareira

Podcast Voz Ativa Estudantil
- Resultado do projeto que acontece na EMEF Professora Shirley Guio na zona norte da cidade de São Paulo, onde estudantes realizam entrevistas sobre os diversos acontecimentos da escola e produzem as edições do podcast e de rádio escola.

Oficina Livre de Podcast
- Produto das Oficinas Livres de Podcast realizadas pela Desobediência Sonora desde 2016

Podcast A Memória Viva Nasce a Cada Dia
- Registro de memórias populares, clandestinas e silenciadas do interior do Estado de São Paulo.

A Voz da Várzea
- Técnico de um time de futebol juvenil acompanha jogos de futebol de várzea e suas histórias na Brasilândia, zona norte da cidade de São Paulo.

Estratégia & Análise
- Drops de análises políticas com Bruno Lima Rocha

Talento Aprisionado
- Memórias do Kric, dentro e fora das grades

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História, Entrevistas Música e Sociedade e Cultura

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Episódios

DS #251 - Luta pela descriminalização do aborto

Conversa com Aline (Fórum Anarquista Especifista - FAE) e Linda (Federação Anarquista do Rio de Janeiro) falando sobre a luta pela descriminalização do aborto e o debate sobre o assunto no GT de Gênero da Coordenação Anarquista Brasileira - CAB


Trilha

Sistah Chilli ft. Rasec - Meu corpo minhas regras
Charlotte Matou um cara - Rosários
Luana Hansen - Ventre livre de fato


BG
Sister Nancy - Bam Bam


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Estratégia & Análise - Analisando o discurso de Bolsonaro na Assembleia Geral virtual da ONU

21 de setembro de 2020, Bruno Lima Rocha, 1a Coluna da série "Vexames Internacionais do Brasil com Ernesto Araújo à frente do MRE: Mike Pompeo na base aérea de Boa Vista, Roraima"

22 de setembro de 2020, Bruno Lima Rocha, 2a coluna da série "Brasil Coisificado e a coleção de vexames internacionais: o discurso de Bolsonaro na Assembleia da ONU"

24 de setembro de 2020, 3a coluna da série "As mentiras negacionistas de Bolsonaro em seu discurso na ONU: a culpa não é dos povos originários ou tradicionais".

25 de setembro de 2020, Bruno Lima Rocha, 4a coluna analisando o discurso de Bolsonaro na Assembleia Geral virtual da ONU "Falácia da cristofobia e elogio à ocupação da Palestina através da traição de Emirados Árabes Unidos e Bahrein".

Voz Ativa Estudantil #20 - Setembro Amarelo

O podcast Voz Ativa Estudantil é resultado do projeto que acontece na EMEF Professora Shirley Guio na zona norte de São Paulo. Neste projeto os estudantes realizam entrevistas sobre os diversos acontecimentos da escola e produzem as edições do podcast e de rádio escola.

Nesta edição #2o conversamos sobre a prevenção do suicídio que é lembrado durante o  *Setembro Amarelo*. Ouvimos estudantes e professoras falando sobre este importante tema. Na trilha sonora trouxemos Charlie Brown Jr com Dias de luta, dias de glória. 

Rádio Sotaqui #2 - O Outro lado da história

Hoje, o programa trás um material discutido e criado desde o ano passado quando as crianças, em rodas de conversa, narravam, compartilhavam histórias sem perceberem a violência contida nelas.  Foi preciso então tentar entender o que era violência para elxs:
        “Chutar um cachorro, prô!”
Enquanto denunciavam que chutar um cachorro era um ato violento, ignoravam o que estava presente nos discursos , e em outras atitudes cotidianas.

“Prô, eu só tava brincando!”

Essa era uma das frases mais registradas quando alguma situação violenta era vivida, afinal sabemos quando estamos agredindo alguém?
Quantas brincadeiras são violentas, mas não nos damos conta disso -  já que todo mundo à nossa volta faz o mesmo? 
E o que podemos pensar sobre as frases abaixo que são  repetidas todo dia? 
“Só podia ser coisa de alagoano” 
“ Ele é burro professora, não sabe ler, não!”
“Ele é uma bichinha!”

Elas também não machucam? 

Foram muitas intervenções, teve muito papo bom e os relatos começaram a ampliar, e a violência começou a ser vista para  além do que faziam , passaram a denunciar  o que sofriam e o que viam: 
 
“Quando me chamam de preta fedida”
“Quando dizem que não posso chorar porque sou menino!”
“ Deixar alguém passar fome é uma violência, prô!”
 
Foram muitos temas, recortes,  e consideramos importante não  fingir que isso não acontece, foi preciso então discutir através de diferentes fontes todos eles, para entendermos a realidade que vivemos.
E numa costura de histórias, entrevistas, músicas e poemas saiu esse programa com uma prévia do que essa conversa rendeu. 
Participam como convidados:
Raquel Nunes (professora de educação física)
Wilson Lopes ( Dirigente Regional do MST – Campinas).
Luis Felipe Valle  (geógrafo e professor universitário). 
Agradecimento especial ao Zezinho que nos ajuda tanto com o carro de som!!!!
 
 
Sobre nossos quadros, o nosso programa: 
Através do acesso e da discussão da história local conseguimos criar espaço para representar as pessoas através de diferentes músicas, poemas, das narrativas que as crianças trazem nas entrevistas, dos produtos que as pessoas da comunidade querem vender através da rádio, com isso, o registro fica essa belezura aí! E mesmo  com falhas técnicas, e a dificuldade de acesso à internet, estamos conseguindo dar continuidade aos quadros, confira um pouco sobre eles:
 
·        Lado B – Outro lado da história:  mestras e  mestres,  professoras e professores de capoeira contam a história do nosso país através das músicas, das ladainhas, com seus grandes personagens e suas concepções de mundo.
·        Hoje pra viver anda embaçado, pega esse recado: inspiradxs na música da Yzalú, decidimos enviar mensagens de afeto para xs ouvintes que nos enviam áudio contando sobre suas dificuldades. 
·        Não tá mais de graça:  com inspiração na música de Elza Soares, as crianças criam e fazem a  divulgação do trabalho da comunidade.
·        Alí, sim, Alice! História da nossa gente : As crianças recontam ou criam histórias que gostariam de contar  a partir de suas vivências.
·        Tem carta pra você: as crianças após escreverem cartas, enviam a mensagem  através do programa para as pessoas que sentem falta, que moram longe ou pertinho mesmo, porque o importante aqui é o carinho!
·        Adivinhas divertidas!
·        Alô, o Tatu taí?: através de uma simples conversa com a criança, conseguimos descobrir e representá-la através das  músicas que escolhe.
·        Som, luz, câmera e ação: mão na massa para entrevistar  pessoas que possam nos ajudar na reflexão do tema abordado.  
E tem muito mais, como as receitas, os recontos e biografias! Por isso, não percam!

Paranóia Bipolar, Clássicos do Punk #6 - Stiff Little Fingers- Inflamable Material (1979)

Sexta edição da série (ou programa?) Paranóia Bipolar - Revisitando Clássicos e não tão clássicos do punk, falamos sobre o disco "Inflamable Material" da banda da Irlanda do Norte, Stiff Little Fingers.

Talento Aprisionado #12 - Fugindo, fugindo, fugindo.

Podcast Talento Aprisionado, as memórias do Kric, dentro e fora das grades

#12 - Fugindo, fugindo, fugindo.

Fuga, se escondendo no mato, invadindo casa e nova turma

Casa Virada #86 - 20.09.20

Boletim - Casa Virada, informativo semanal sobre medidas socioeducativas a partir de um olhar anarquista e abolicionista penal

- Volta das visitas no Ceará, armas para servidores no Rio, indenização na Paraíba e superfaturamento no Acre. Dados do covid-19 nas unidades de medida socioeducativa em São Paulo e no Brasil.  

Estratégia & Análise - Reforma Administrativa de Paulo BTG Pactual Pinochet Guedes

14 de setembro 2020, Bruno Lima Rocha, 1a coluna da série "A reforma administrativa de Paulo BTG Pactual Pinochet Guedes: querem quebrar a espinha dorsal do sindicalismo público"

15 de setembro de 2020, Bruno Lima Rocha, 2a coluna da série "A reforma administrativa de Paulo BTG Pactual Pinochet Guedes: o incentivo ao clientelismo e aos coronéis dos municípios"

16 de setembro de 2020, Bruno Lima Rocha, 3a coluna da série "Paulo BTG Pactual Guedes quer acabar com as carreiras no serviço público e com o serviço em si"

17 de setembro de 2020, Bruno Lima Rocha,4a e última coluna da série "Paulo BTG Pactual Guedes e Bozoquina do Corongacoiso querem criar a distopia do Absoluto de Mercado. Resistir é preciso."

DS #250 - Tecnologia, Redes Sociais, Ascensão dos Dados e Privacidade

Conversa com Leilane e Preis (militantes da tecnologia popular e software livre) falando sobre tecnologia, internet, privacidade, dados, Big Techs e a lutas de resistência no campo virtual.

Trilha

Ska-P - Bajo Vigilancia
Conflict - Carlo Giuliani
Anti-Flag - Digital Blackout


BG
Time Zone (J. Lydon, Afrika Bambaataa & B. Laswell) - World Destruction (1984)


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Memória Vive #25 - Borjão

Falando sobre Congadas, Carnaval, Futebol e Resistência

Com o céu acinzentado, frio e diante da iminência de uma chuva persistente e constante, essa situação climática toda não foi possível inibir nesta quinta feira, 20 de setembro de 2018, nossa agradável conversa com Ademir Borges, conhecido carinhosamente como seu Borjão, de 66 anos de idade. Borjão ativou a memória e trouxe em sua narrativa as festas musicais que aconteciam no Dito Negrinho, um espaço cultural criado e frequentado pelo povo negro para promover encontros e entretenimentos na cidade de Itapira (SP). O espaço Dito Pretinho, simboliza uma ação de resistência diante da proibição da população preta em frequentar outros espaços e clubes da cidade frequentados pelos brancos e que praticavam uma segregação sócio racial pela cidade. Borjão, diz que mesmo os negros sendo proibidos de entrarem em clubes e salões frequentados por brancos, o espaço Dito Negrinho aceitava a presença de alguns brancos. A narrativa se dirigiu também sobre como eram organizadas os carnavais e as escolas de samba em uma época memorável da cidade de Itapira (SP).
O seu contato com as congadas se deu ainda muito jovem, quando seus pais vieram do interior de Minas Gerais e desde daquela época tinham uma relação muito próxima com a Congada. Borjão, lamenta que nos dias atuais não exista mais o carnaval, as escolas de samba e um maior numero de grupos de congada. Essa cultura popular foi se desestruturando e tornando-se cada vez mais um grande negócio embranquecedor , afastando, assim o povo de sua organização e construção dessas ações culturais. Borjão, menciona seu envolvimento com o futebol de várzea da cidade e a criação de um torneio que tinha a presença de um time de futebol formado por negros e outro por brancos.
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