Diversidade de Verdades

Um podcast com diferentes verdades sobre assuntos que precisam ser falados! Criado por @alinelima.ressignificadas e @lecapitanio

Sociedade e Cultura, Hobbies e Sexualidade

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Episódios

Orgulho LGBTQIA+

Este é um programa que fizemos em homenagem a todos os LGBTQIA+ que fazem parte da nossa vida: amigues, conhecides, colegas de trabalho, familiares e aos aliades da causa que são pessoas que ajudam respeitando, que nos acompanham, que procuram sempre nos ouvir e aprender junto com a gente pra cada vez mais pararmos de reproduzir os preconceitos que sempre estiveram presentes em nossas vidas e também aos que não tem medo ou vergonha de compartilhar os aprendizados com os seus.


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Pra mudar o mundo, temos que começar por nós mesmos e pela nossa volta né? Então, desde que resolvemos nos colocar como pessoas que vivem, aprendem e comunicam sobre diversidade e inclusão, a gente se sente cada vez mais vivo e completo compartilhando isso com o mundo.



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Nem sempre foi e em muitos lugares ainda não é OK ser quem se é. Nem sempre foi e muitas vezes ainda não é tranquilo falar sobre temas que são tabus pra muites. Mas, mesmo assim não vamos parar e seguimos nessa missão!



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Neste programa, falamos o porquê o dia do Orgulho LGBTQIA+ ser no dia 28 de junho em todo o mundo e porquê cada vez mais essa data deve ser celebrada. 



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Trouxemos também um resuminho do que significa cada uma das letras da sigla LGBTQIA+. Bora aprender juntes?! Aperta o play e vem ouvir nosso papo!

Existe vida após abuso

Dá pra viver uma vida normal e feliz depois de ter passado por um relacionamento abusivo? 

A resposta é sim. Mas qual seria o melhor caminho? Como retomar essa vida?

Como cada um tem sua história, essa resposta não seria única. Mas, nós ouvimos algumas pessoas que passaram por isso ou que fizeram um trabalho voltado pra isso e trouxemos aqui neste episódio pra você.

Contamos com os depoimentos de: Genilton Faheina Jr, que é professor, também da Andressa Guerreiro, que é criadora da página do Instagram ‘O Que Não Nos Disseram’ e da nossa seguidora Andreza. Aperta o play e vem ouvir nosso bate-papo!


Não era amor, era cilada

Quando o sonho vira pesadelo, o príncipe vira mostro e você precisar conviver 24 horas com isso, o que fazer?
Essa é a pergunta que está atormentando a mente de inúmeras mulheres que estão isoladas com os seus agressores.
Os casos de violência doméstica aumentaram em até 50% e mostrou o quanto que já vivíamos uma pandemia muito antes da COVID-19: a violência contra mulher.

Decidimos falar sobre o tema para ajudar as pessoas a entenderem que violência não é apenas física, MUITAS mulheres podem estar sofrendo violência doméstica e não saber.

Se está tudo OK na sua relação, ou se você não está em uma relação nesse momento, esse programa é para você também, pois precisamos da sua ajuda para apoiar as mais de 26 mil mulheres que são agredidas física ou verbalmente por dia.

Nesse programa contamos com a participação da Renata Albertin, Diretora da METE A COLHER que nos ajudou a olhar para esse tema de uma forma objetiva e desmistificada.

Aperta o PLAY  e ver entender de que forma você pode ajudar ou receber ajuda.

O QUE ESTÁ POR TRÁS DO DIA DO ÍNDIO

Segundo os dados mais recentes do IBGE, existem 900 mil pessoas, no Brasil, que se declaram indígenas.
O que a escola te ensinou sobre eles? Afinal o que o "19 de abril" representa pra esses povos. É uma data a ser comemorada? É certo chamá-los de índios? Como o covid-19 está afetando as comunidades indígenas e o que pode ser feito pra ajudá-las? Como é ser LGBT dentro das comunidades indígenas? Afinal, se fantasiar de índio é ofensivo ou não? Só eles mesmos podem nos responder tudo isso.  Então, pra nos ajudar a entender melhor todas essas questões, tivemos a participação, neste episódio, da indígena Katú Mirim que é rapper, atriz e ativista e do indígena Cristian Wariu Tseremeya que é comunicador e criador do canal "Wariu" do Youtube. Aperta o play e vem ouvir nossa conversa!

TRABALHO X QUARENTENA X BURNOUT

De repente, o "coronavírus" e a quarentena aconteceram. O que isso mudou no seu trabalho?
Sabemos que muita gente ficou sem emprego, mas muita gente privilegiada que pôde continuar com o seu trabalho teve que mudar, na marra, sua forma de exercê-lo: todos de home office (claro, sem contar os profissionais da área da saúde, mercado, farmácia e afins que não têm como exercerem suas funções via 'home office'). Até quem não tinha, por direito, este modelo de trabalho, teve que aprender como fazer.   
Com isso, você sente que suas "janelas mentais" nunca fecham? Sente que não desliga nunca? Você se sente culpade nos dias em que não tá a fim de produzir, de treinar, de fazer algum curso ou ver alguma live?  

Este momento atual do mundo, também, nos mostrou que podemos mostrar nossas vulnerabilidades. Uma filha pode aparecer no chat do trabalho com seus pais, hoje você pode pedir licença na reunião e ir rapidinho ver se nada queimou no seu almoço que tá sendo preparado no fogão. Seu chefe ou seus colaboradores não vão te punir por isso.
Falamos também sobre os profissionais da área da saúde, que por estarem na linha de frente do combate ao coronavírus, com tanta pressão, podem acabar sofrendo da Síndrome de Burnout. Você já ouviu falar neste problema? Sabe como ele acontece? Aperta o play e vem ouvir!

“Coronavírus, Quarentena... e agora?”

E de repente o mundo parou e a gente não pôde nem se encontrar pra gravar este programa. Isto mesmo, devido a pandemia do COVID-19, mais conhecido como coronavírus, gravamos este bate-papo via WhatsApp pra, de alguma forma, continuar mais perto de você neste momento.
Sim, somos privilegiados e estamos conseguindo trabalhar e "viver em casa", mas e quem não pode? O que faz neste momento? Mesmo quem consegue estar em casa como é mudar a vida assim do nada, sem mais o direito de "ir e vir" (esperamos que passe logo este cenário)? O que o mundo está fazendo neste momento? Existem boas notícias em torno deste cenário? Dá o play e vem ouvir nosso bate-papo "“Coronavírus, Quarentena... e agora?"

O PALAVRÃO nosso de cada dia

Alguma vez na vida, você já deve ter sido repreendido por falar palavrão. Mas tem coisa mais libertadora do que usá-lo em nosso vocabulário? Todo mundo fala, mas ele ainda é um tabu para muitos! Segundo estudiosos, xingar ou falar palavrão é colocar nossas faculdades máximas de expressão no mundo. É quase que terapêutico soltar um palavrão. Seja pra celebrar algo ou pra expressar nossa raiva mesmo. Mas você já parou pra pensar no significado de cada palavrão que soltamos? Já reparou que praticamente todos os palavrões tem a ver com sexo ou com funções fisiológicas do nosso corpo? E o quanto muitos deles são sexistas? Porra, aperte o play e vem ouvir nosso papo sobre isso rs!

CORPO LIVRE

Você já parou pra pensar se sua vontade de emagrecer tem a ver com saúde mesmo ou tem a ver com a pressão estética que existe em nossa sociedade?
Você já deixou de sair por ter vergonha do próprio corpo?
Você já ouviu ou reproduziu comentários do tipo "nossa você tem um rosto lindo, se emagrecesse ficaria show!" ou "nossa você não tinha essa barriguinha antes, hein"?
Precisamos abraçar a #CorpoLivre, inclusive no quesito quais fantasias podemos usar no carnaval. Será que alguma delas é ofensiva?
Se vestir de índio é ofensivo? Se vestir de mulher é ofensivo?
Aperta o play e vem ouvir nosso papo!

A Falsa Ceia

Natal chegando e junto com ele aquele Tio que espalhou Fake News no grupo do Whatsapp da família o ano todo. Tem também aquela tia que é "fiscal da balança" e insiste em comentar sobre o seu corpo. E não podem faltar aquelas comparações absurdas com primo "X" ou com a filha do fulano. Se você se identificou com algumas dessas situações APERTA o play e vem escutar o novo episódio: A Falsa Ceia.

“Racista, eu?”

“Numa sociedade racista, não basta não ser racista. É necessário ser antirracista” (Angela Davis)

É muito difícil pensar que nós podemos ser racista, não é? A verdade é que o racismo estrutural faz com que quase todo mundo perpetue por meio de comportamento esse racismo, mesmo que pelo viés inconsciente.

A ideia desse episódio é discutir um pouco mais como esses vieses inconscientes estão presentes na nossa linguagem e nos nossos comportamentos.

Vamos juntxs?

Aperta o PLAY


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