O Duke

O Duke é um audiolog cru gravado por Emerson Almeida que entre um e outro suspiro separa um tempo para falar sobre os pequenos assuntos que o estão rodeando.  

Esse podcast é gravado via Megafono Express, normalmente usando o Telegram.

Arquivado

Tecnologia

Assine:

Episódios

Hoje eu não estou acertando uma migration

Fazer migração de dados é tenso, o bom é que você descobre coisas sobre seu sistema que estava oculta

O cliente tem sempre razão

Outra regra simples, que apesar de nem sempre verdadeira, serve para nos lembrar que o cliente percebe nosso negócio de uma forma unica, as vezes com nuances que nem mesmo você percebe.

Regra simples: Use o docker, sempre!

Existem regras simples que nunca devemos esquecer, hoje eu aprendi algumas delas, mas a que eu realmente preciso guardar, e esse podcast me serve bem disso, é sempre usar o docker!

Bônus: Eu nem dei tchau

Mudamos nossa forma de perceber as coisas quando estamos de fora, e às vezes é bom ver de fora nossas próprias interações e relações. Foi em uma dessas que acabei indo sem dar tchau.

Idéias são frágeis

Ainda sobre o post Give it five minutes do Jason Fried, que como prometido eu fui reler.

Tem um trecho muito bacana lá que ele cita o Jonathan Ive, hoje Vice Presidente da Apple, falando que uma das coisas interessantes de trabalhar com o Steve Jobs era que ele sabia que as idéias são frágeis, esse é um insight maravilhoso desse post que eu tinha me esquecido.

Dê 5 minutos para isso

Hoje eu estava lembrando do post Give it five minutes do Jason Fried e resolvi gravar.

Eu ando tentando dar 5 minutos no lugar de reagir, e você é um hothead como o Jason Fried era? Já pensou em dar 5 minutos para pensar no lugar de simplesmente reagir?


Qual motivo para se envolver com o trabalho?

A resposta do título eu não sei, mas nesse episódio eu tento colocar para fora essa inquietação que me ocorreu hoje

O atrito do pagamento

Em um teste que saiu do controle acabei falando sobre uma ideia que estou maturando aqui comigo um tempo sobre o atrito que temos frente ao pagamento de uma mercadoria ou serviço, e como alguns serviços, principalmente online eliminaram esse atrito, o que faz com que esses serviços tenha uma conversão maior. Ainda me questiono se estamos querendo receber na hora certa, é normal prestar o serviço ou vender o produto e receber por ele, mas esse é o momento? Talvez não

Preciso ter paciência

Às vezes eu tomo decisões muito rápidas que nem sempre são as melhores ou as mais fáceis de outras pessoas lidarem, preciso ter mais paciência e entender que do outro lado também tem um história para contar.

Morte

A morte como horizonte de possibilidades para uma vida autêntica. Meu nome é Emerson Almeida e você está ouvindo O Duke, um podcast gravado pelo Telegram e distribuído pelo Megafono, uma plataforma completa de distribuição de podcast, entra lá em www.megafono.com.br e crie seu podcast em alguns minutos. HEIDEGGER diz que as pessoas normalmente veem a morte de forma muito impessoal, “morre-se”, ou seja, a morte nunca é conjugada na primeira pessoa, ela é sempre a morte do outro, e ele coloca como contra-ponto uma ideia de viver, autentica, onde resumidamente diz que nossas ações devem ser vista com a morte no horizonte, “a morte é o horizonte da vida”, seria uma forma de não mascarar a realidade. O engraçado é que conheci essa ideia do HEIDEGGER, em uma exposição entitulada 'Morte como acontecimento’ do Daniel Lins, que foi aluno de Deleuze, tive contato com essa palestra em meados de 2010, quando andava lendo bastante Deleuze. O Daniel Lins claramente em sua fala se opõem a HEIDEGGER. Eu repito aqui as palavras do Daniel Lins, quando ele fala da singularidade da morte, o trecho é mais ou menos assim: ‘Temos a capacidade de inventar a vida onde tudo parece ser desastre e morte, fazer da morte um acontecimento e não um fato, um acontecimento portanto abertura para novas criações, para novas possibilidades, abertura também para um luto, abertura também para uma saudade, abertura também para um vale de lagrimas, mas que essa saudade, esse vale de lagrimas não possa ser em absoluto o culto da minha própria morte, a lagrima tem que acontecer, o luto precisa acontecer, mas a maior homenagem que eu posso prestar, que eu posso fazer, ao meu filho, ao meu amante, a minha mãe, a meu pai, a meu melhor amigo, a maior homenagem, se homenagem precisa aos mortos, do nosso lugar, seria realmente não cultuar a morte do outro como sendo a minha morte.’ Que confortante! No final, qualquer pessimista, como eu é vencido pela morte, e eu fico pensando o quanto eu conseguiria seguir sem cultuar ela como acontecimento absoluto e em si mesmo. A morte me assombra, não tenho medo de morrer, mas prefiro morrer antes que tudo mundo, digo, é melhor que vocês sofram com minha morte do que eu com a de vocês. Eita, alem de pessimista sou egoísta. Fui
Próxima página

Megafono