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Chá de linhaça - Cultura da doação e do compartilhamento

Cultura de doação ganha espaço entre brasileiros

Segundo matéria publicada no site da fundação  telefônica junho de 2019  http://fundacaotelefonica.org.br/  “ O brasileiro é solidário”. O  Country Giving Report 2018, o mais recente estudo sobre a doação individual no Brasil, revelou  que  sete em cada dez pessoas, ou seja, 70% realizam ao menos uma doação anualmente.

O mesmo relatório Country apontou  que as novas gerações de brasileiros são mais engajadas e doam mais. Segundo o estudo, pessoas entre 25 e 34 anos doaram mais dinheiro comparadas às pessoas com mais de 55 anos . Além disso, o estudo também constata que a faixa etária 18-24 anos é a que percebe mais o impacto positivo da atuação das organizações da sociedade civil. 

Isso reforça a máxima de doar faz bem! E faz mesmo , na natureza por exemplo , tudo que é compartilhado e distribuído tende a crescer e o que retém e represa , apodrece , morre ou fica inútil. Já procurou saber porque o mar morto tem esse nome? 

uma outra máxima, comum entre produtores artistas  é que você não pode doar aquilo que que você tem para garantir seu sustento. Essa eu respeito mas discordo. Generosidade e a gentileza é uma via de mão dupla mesmo quando não há interesse de retorno para quem doa. Eu gosto de outra máxima : cuide dos outros que a natureza cuida de você. 

Sim você pode e deve doar, seu talento, seu dinheiro, seu trabalho, suas horas, sua vida , o que você quiser,  importa que essa seja uma ação espontânea e alegre. 

Doar é uma ato solidário e a solidariedade é também aplicada na economia de mercado  [ ] A Economia Solidária é um jeito diferente de produzir, vender, comprar e trocar o que é preciso para viver. Sem explorar os outros, sem querer levar vantagem, sem destruir o ambiente. Cooperando, fortalecendo o grupo, cada um pensando no bem de todos e no próprio bem.

O leva que leva à  Economia colaborativa é uma economia em que bens e serviços são obtidos de forma compartilhada.

Cada vez mais o Colab ( produzir junto)  além de compartilhar ideias, serviços, produtos e espaços a nova cultura da economia colaborativa sugere a co criação – a possibilidade de ter não apenas um autor , mas vários e com plataforma sempre aberta para chegada de novas ideias e identidades.

mesmo na indústria fonográfica  onde a propriedade intelectual é hoje uma das principais fontes de receita, é cada vez mais comum o feat ( participações)  até no seguimento pop é comum as vezes ter tantos autores e participações num registro  como um samba enredo que tem mas de 10 autores .  

Os próprios influenciadores digitais, youtubers ou podcasters popularizaram o termo colab como forma de trocar e agregar views seguidores entre si. 

E por falar em colab hoje rola a participação do meu parceiro de podcast no Jornal Portal o Eduardo Lamas do Lamas Cast , uma critica ácida a qualidade da nossa Musica Popular Brasileira de Massa. 

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