Filosofia de Bar

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#46 O que persiste nas artes

# 46 O que persiste nas artes

Neste episódio do Filosofia de Bar, Mayã Fernandes (@maya.gfernandes) convida Manika Adéníkẹ́ (@maniconga).

Manika Adéníkẹ́, fotógrafa, curadora e poeta de escrivaninha residente no DF, é graduanda
em Teoria, Crítica e História da Arte (UnB).
Desde 2016 desenvolve uma pesquisa artística com fotografia digital. Em suas fotos propõe
a contemplação do que entendemos como óbvio e desinteressante, o cotidiano. Uma
interrupção do ritmo veloz que vivemos, seja pela captura de objetos estáticos ou pela
imortalização de 1 segundo.
Desde 2018 escreve poemas que nunca foram acabados. O seu desejo com a escrita é o
de trazer à mente uma satisfação vertiginosa. Levar quem os lê a uma viagem dentro de si,
sem um objetivo ou caminho de volta. Assim, não possui uma única matéria para a escrita.
Escreve sobre o que entende como aproveitável.
Compartilha suas fotografias no Instagram (@maniconga), e seus poemas na revista virtual
Escrivaninha, no Medium (@poemas-de-escrivaninha).

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