Garganta!

Garganta! é um podcast para todos/as/es que gargarejam poesia. Às quarta-feiras um novo episódio será lançado tratando assuntos sobre o cenário poético brasileiro. Cada temporada traremos poetas, slammers, pesquisadores/as, oficineiros/as, editores/as, curadores/as entre outros/as trabalhadores/as que atuam em diferentes regiões do Brasil. O podcast é apresentado por Valeska Torres e tem como editora de som Rebecca Nora. Sigam no instagram @gargantapodcast e apoiem nossa vakinha: vaka.me/970427

Literatura, Artes e Livros

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Episódios

#8 Palavras que atravessam gerações

#8 Palavras que atravessam gerações.

Chacal é nosso convidado, nasceu no Rio de Janeiro em 1951. Publicou em mimiógrafo, em 1971: Muito prazer, Ricardo. Em 72, Preço da Passagem, dando início à Poesia Marginal no Brasil. Em 73, viu Allen Ginsberg em performance em Londres. Integrou o grupo Nuvem Cigana, uma espécie de poetas beats brasileiros. É o criador e produtor do Centro de Experimentação Poética – Cep 20.000 – há 30 anos em atividade e lançou 14 livros. Em 2012, estreiou como ator e autor, o monólogo autobiográfico “Uma História à Margem”. Apresentou-a em Frankfurt, na Alemanha e em Harvard, nos Estados Unidos e em Zurique, na Suíça. 

Instagram: @ricardo.chacal.

Roberta Estrela D’Alva é nossa convidada, atualmente mora em São Paulo, é atriz-MC, diretora, pesquisadora e slammer. Membro fundadora do Núcleo Bartolomeu de Depoimentos e do coletivo transdisciplinar Frente 3 de Fevereiro. Pioneira do poetry slam no Brasil. Autora do livro Teatro Hip-Hop, a performance poética do ator-MC. Juntamente com Tatiana Lohmann dirigiu o documentário "SLAM- Voz de Levante”.

 Instagram: @estreladalva.

 
Vakinha: vaka.me/970427
Apresentado por Valeska Torres (@valeskatorres_poeta)
Edição de Som: Rebecca Nora (@rebeccanoraa)
Arte: Isabela Alves (@afrobela_)

#7 Costurar palavra com as próprias mãos

#7 - Costurar palavra com as próprias mãos.

Jhon Conceito (Akiri Conakri) é nosso convidado, atualmente mora em Vila Garrido, Vila Velha, ES. É escritor, poeta vagamundo que desde os 15 tem 50 anos e contrária as estatísticas desde o nascimento. Atua ultimamente como Conselheiro Tutelar da região 3 de Vila Velha, Orientador social/ Educador/ MC, poeta e rapper. 

Instagram: @jhon.conceito.

A atriz e poeta Suely Bispo é nossa convidada atualmente mora em Vitória, ES. É formada em História e Mestre em Estudos Literários pela UFES. No mestrado realizou o primeiro trabalho acadêmico sobre o poeta Solano Trindade, no Espírito Santo (2012). Tem diversos trabalhos publicados na área de História e Literatura. Em 2009 publicou seu primeiro livro de poemas Desnudalmas, pela GSA, e em 2016, Lágrima fora do lugar, pela editora Cousa. Participa também do Sarau Afro-tons, em Vitória e do Coletivo Louva Deusas, de produção de textos e desenhos eróticos de mulheres negras, que em 2015 publicou a coletânea Além dos Quartos, em São Paulo.  É autora do livro Resistência negra na Grande Vitória: dos quilombos ao movimento negro, 2ª ed. (no prelo). 

Instagram: @suelybispooficial.


Vakinha: vaka.me/970427
Apresentado por Valeska Torres (@valeskatorres_poeta)
Edição de Som: Rebecca Nora (@rebeccanoraa)
Arte: Isabela Alves (@afrobela_)

#6 Status: Em um relacionamento sério com a editora

#6 - Status: Em um relacionamento sério com a editora.

Natália Agra atualmente mora em São Paulo, é poeta e editora da Corsário-Satã. Publicou os livros de poesia De repente a chuva (Corsário-Satã, 2017) e Fotogramas (o silêncio possível) (7Letras, 2019). Noite de São João, seu novo livro, sairá ainda este ano de 2020. Edita, ao lado de Fabiano Calixto, Rodrigo Lobo Damasceno e Tiago Guilherme Pinheiro, a revista de poesia Meteöro. É uma das organizadoras da Desvairada - Feira de Poesia de São Paulo.

Instagram: @agraagraagra.

Otávio Campos atualmente mora em Juiz de Fora, é editor, poeta e professor nascido em 1991. Desde 2014, coordena as Edições Macondo, casa editorial destinada à publicação de textos poéticos em língua portuguesa produzidos hoje. É autor dos livros Os peixes são tristes nas fotografias, Outros tipos de disparos e Ao jeito dos bichos caçados.

Instagram: @otcampos.

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Apresentado por Valeska Torres (@valeskatorres_poeta)
Edição de Som: Rebecca Nora (@rebeccanoraa)
Arte: Isabela Alves (@afrobela_)

#5 Entre o hoje e o ontem - publicar poesia entre tempos

#5 – Entre o hoje e o ontem - publicar poesia entre tempos.

Miriam Alves é nossa convidada. Bacharel em Serviço Social, integrante do Quilombhoje Literatura de 1980 a 1989. Escritora com trinta e sete anos de carreira. Poemas e contos publicados em Cadernos Negros a partir, no volume cinco (1982). Seis livros individuais publicados, sendo o primeiro Momentos de Buscas, poemas (1983) o mais recente Maréia, romance Editora Malê, RJ, 2019.
 
Natasha Felix (Santos, 1996) é nossa convidada é poeta, educadora, performer e publicitária. Dentre as publicações, estão os livros Use o Alicate Agora (Ed. Macondo, 2018), 7 poemas (Las Hortensias, 2019), edição artesanal e bilíngue (port/esp) e a antologia de poetas negras Nossos Poemas Conjuram e Gritam (Ed. Quelônio, 2019). Participa e desenvolve projetos que permeiam o poema falado e a música. A artista também integra a lista Under 30, como um dos seis destaques em Literatura e Artes Plásticas para 2020.  
 
Instagram: @natashafelixx.
 
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Apresentado por Valeska Torres (@valeskatorres_poeta)
Edição de Som: Rebecca Nora (@rebeccanoraa)
Arte: Isabela Alves (@afrobela_)

#4 Entre o corpo e a palavra, performances poéticas-musicais

#4 – Entre o corpo e a palavra, performances poéticas-musicais.

Luisa Bahia
é nossa convidada, artista múltipla nascida em Congonhas/MG e residente em BH há 16 anos. Formou-se em Teatro pelo Centro de Formação Artística e Tecnológica CEFART/FCS e pela Escola de Belas-Artes da Universidade Federal de Minas Gerais EBA/UFMG. Atualmente circula com o Show autoral COISA DE BICHO, o Solo teatral RISCO, com co-direção de Ricardo Alves Jr e dramaturgia publicada na Coletânea Janela de Dramaturgia/Ed. Perspectiva. Coordena a Plataforma DORAS (encontro de mulheres artistas) e realiza Performances Poéticas em diversos festivais. Em 2019 lançou o vídeo-poema Tatuada e o single/clipe Leoa Azul. Para 2020 prepara o single/clipe A Brisa Arde e o seu primeiro EP.

Instagram: @luisadabahia.

Renato Negrão é nosso convidado, um artista da palavra e da imagem. Autor de Vicente Viciado, Odisseia Vácuo e outros cinco livros de poemas. Atua com linguagens e suportes variados, do livro à performance, da letra de canção à fotografia. Investiga as relações entre palavra, imagem, som e pesquisa o viés pedagógico da criação artística. Participou da curadoria do Circuito Literário da Praça da Liberdade. Integra a antologia Retendre la corde vocale anthologie de la poésie brésilienne vivante – Ed Maison de la poésie Rhône-Alpes/2016.

Instagram: @r.e.n.a.t.o.n.e.g.r.a.o.

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#3 Festas literárias – Fazer da palavra um corpo dançante

#3 - Festas literárias – Fazer da palavra um corpo dançante.

Julio Ludemir é nosso convidado, nasceu no Rio de Janeiro, atualmente mora no Morro da Babilônia, mas foi criado em Olinda, Pernambuco.  Estudou jornalismo, mas nunca concluiu o curso. Tem dez livros publicados, a maioria dos quais ambientada nas favelas cariocas. A reportagem Rim por Rim foi finalista do Prêmio Jabuti de 2008. É um dos roteiristas de 400 contra um, que o cineasta Caco de Souza adaptou da autobiografia de William da Silva Lima, um dos criadores do Comando Vermelho. É um dos idealizadores da FLUP, festa literária cuja principal característica é acontecer em favelas cariocas, com a qual ganhou o Faz Diferença de 2012 do jornal O Globo, o Excellence Awards de 2016 da London Book Fair e Retratos da Leitura de 2016 do Instituto Pro-Livro. Também é um dos idealizadores da Batalha do Passinho, que levou para Londres e Nova York. Com os dançarinos do Passinho, criou o espetáculo Na Batalha, primeiro grupo de funk a se apresentar no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, tema de documentário que estreou em 2016. 


Instagram: @julioludemir


Marcelino Freire é nosso convidado, nasceu em 1967, em Sertânia, PE. Vive em São Paulo desde 1991, e atualmente mora na Vila Madalena. É conhecido por suas obras, constantemente adaptadas para o teatro, e por sua atuação como professor de oficinas de criação literária, além de produtor cultural. Escreveu, entre outros, “Contos Negreiros” (Editora Record, 2005), com o qual foi vencedor do Prêmio Jabuti, livro também publicado na Argentina e no México. Em 2013 lançou, pela Editora Record, o romance “Nossos Ossos” (Prêmio Machado de Assis), também publicado em Portugal e ainda na Argentina e na França. É o criador e curador da Balada Literária, evento que acontece desde 2006 em São Paulo e que em 2009 homenageou Lygia Fagundes Telles. Em 2018, lançou o livro "Bagageiro" (finalista do Prêmio Jabuti 2019), reunindo o que ele chama de "ensaios de ficção" (Editora José Olympio).


Instagram: @marcelino_freire_escritor


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#2 Oficineirxs: O que são? Como vivem? Do que se alimentam?

#2 - Oficineirxs: O que são? Como vivem? Do que se alimentam?

Rafael Zacca é nosso convidado, atualmente mora no Méier, Zona Norte do Rio de Janeiro. Nasceu em 1987, é poeta e crítico. Professor de Teoria Literária na UFRJ e de Estética na PUC-Rio. Ministra oficinas de poesia no Coart/UERJ. Contribui para o jornal Rascunho, a revista Escamandro e a revista Pessoa, onde mantém uma coluna de arte, política e educação. Publicou A estreita artéria das coisas (Garupa), Mini Marx (7Letras) e Mega Mao (Caju). É co-autor do livro de oficinas Almanaque Rebolado, da Oficina Experimental de Poesia.

Instagram: @rafaelzacca

Taís Bravo é nossa convidada, atualmente mora no Recreio, Zona Oeste do Rio de Janeiro. É escritora e uma das criadoras da iniciativa Mulheres que Escrevem. Atualmente pesquisa poesia brasileira contemporânea escrita por mulheres no mestrado em Ciência da Literatura na UFRJ. É autora de “Sobre as linhas extintas” (Editora Urutau, 2018), “Houve um ano chamado 2018” (Macondo Edições, 2019) e “Ato para desembrulhar o vício” (7 Letras, 2019).

Instagram: @_taisbravo

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#1 Slams que atravessam garganta-coração

#1 - Slams que atravessam garganta-coração.

Luiza Romão atualmente mora em Vila Mariana, São Paulo. Mestranda em Teoria Literária e Literatura Comparada pela Universidade de São Paulo. Bacharela em Direção Teatral pela Universidade de São Paulo (ECA/USP) e formada na Escola de Arte Dramática (EAD/USP). No teatro, trabalhou em coletivos como Núcleo Bartolomeu de Depoimentos, Teatro Documentário, Cia Ato Reverso e com diretores como Rogério Tarifa, Cristiane Paoli Quito, Silvana Garcia, Lina della Rocca (Itália), entre outros. Seu último projeto autoral chama-se Sangria e além de mesclar cinema, performance e poesia, circulou por diversas mostras e festivais do Brasil e América Latina (Porto Rico, México, Cuba, Argentina, Uruguai, entre outros). Além disso, Luiza é poeta, com dois livros publicado pelo selo doburro/SP (Sangria e Coquetel Motolove); ademais, desde 2013, participa ativamente da cena de slams (batalhas de poesia) e saraus.

Instagram: @luiza_romao.

Tom Grito é poeta, atualmente mora no Morro do Pinto, no bairro de Santo Cristo no Rio de Janeiro. Dedica-se à poesia falada (spoken word/poetry slam) e às micro-revoluções político-sociais onde a poesia incinera, afaga, afeta e transforma. Pessoa não binárie transmasculine viveu até 2019 sob o heterônimo de Letícia Brito. Entusiasta da cena de poetry slams e saraus de poesia no Brasil, participou da fundação do Tagarela, primeiro slam do Rio de Janeiro, em 2013 e do Slam das Minas RJ, primeiro slam de mulheres e LBTs no Rio de Janeiro, em 2017. Integra as antologias: Poesia de Esquina (2018/Esquina Editorial); Tente entender o que tento dizer (2018/Bazar do Tempo); A resistência dos vaga-lumes (2019/Editora Nós); LGBTQIA+ /Coleção Slam (2019/Autonomia Literária); Querem nos calar (2019/Editora Planeta). Lançou seu primeiro livro "Antes que seja tarde: para se falar de poesia" (2019/Editora Malê). Segue lutando contra o fascismo com sua poesia.

Instagram: @tomgritopoeta.

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