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Economia da Longevidade no +50 Faz Muito Bem Part: 2

conversa com os especialistas Jorge Felix, doutor em Ciências Sociais e Mestre em Economia Política, primeiro pesquisador sobre o tema Economia da Longevidade, e Willians Fiori, especialista no Mercado Sênior desde 2003 e host e criador do Gerocast, o primeiro podcast colaborativo sobre Longevidade no Brasil!

O programa +50 Faz Muito Bem sobre Economia da Longevidade vai ao ar na sexta, 19, às 14h30, na tv Câmara SP (canal 7 NET ou 61.4 sistema aberto)

Economia da Longevidade no +50 Faz Muito Bem

Conversa com os especialistas Jorge Felix, doutor em Ciências Sociais e Mestre em Economia Política, primeiro pesquisador sobre o tema Economia da Longevidade, e Willians Fiori, especialista no Mercado Sênior desde 2003 e host e criador do Gerocast, o primeiro podcast colaborativo sobre Longevidade no Brasil!

O programa +50 Faz Muito Bem sobre Economia da Longevidade vai ao ar na sexta, 19, às 14h30, na tv Câmara SP (canal 7 NET ou 61.4 sistema aberto)

Amyr Klink e Marina no +50 Faz Muito Bem! - Part 2

Nasce Amyr Khan Klink, em 25 de setembro de 1955, na cidade de São Paulo. É o primogênito dos quatro filhos de Jamil Klink e Asa Frieberg Klink. Aos dez anos de idade, em Paraty, compra sua primeira canoa, Max – foi o início de uma coleção que ultrapassaria 30 embarcações.

Em 1978, com 23 anos, faz sua primeira viagem internacional, de moto, até o Chile.

Cinco anos depois, em 1983, termina a construção do seu primeiro barco: o I.A.T., com o qual, no ano seguinte, faria a primeira travessia solitária a remo do Atlântico Sul. A jornada de 3.700 milhas e 100 dias pelo Atlântico termina no dia 18 de setembro de 1984, na Bahia, e é retratada no best seller Cem Dias entre o Céu e o Mar.
Em 1986 realiza a primeira de suas 15 viagens à Antártica. Na volta, começa a construção do Paratii. Com esse barco, em 1989, estréia como velejador em uma viagem em solitário que duraria 642 dias, passando sete meses e meio imóvel em uma invernagem antártica. Navega, ao todo, por 27 mil milhas – viagem descrita em Paratii, Entre Dois Pólos.

Quatro anos depois, é sócio-fundador do Museu do Mar, em São Francisco do Sul, Santa Catarina. O ano de 1994 marca o início da construção do veleiro Paratii 2.

No ano de 1996 casa-se com Marina Bandeira, velejadora com mais de uma centena de competições no currículo.
Em 1997 nascem as gêmeas Tamara e Laura. No ano seguinte, Amyr parte para mais uma viagem em solitário. A bordo do Paratii, inicia o Projeto Antártica 360 Graus, em que faz a circunavegação polar pela rota mais difícil. São 88 dias, 14 mil milhas e mais um livro, Mar sem Fim.

Em 2000, nasce sua filha caçula, Marina Helena. No ano seguinte, após sete anos, Amyr conclui o Paratii 2, o mais moderno veleiro já construído no Brasil. Entre dezembro de 2003 e fevereiro de 2004, Amyr refaz a circunavegação polar, dessa vez com cinco homens na tripulação. A viagem dura 76 dias sem escalas, por 13,3 mil milhas.

Em 2006 lança seu mais recente livro, Linha D’Água – Entre Estaleiros e Homens do Mar.

Amyr Klink e Marina no +50 Faz Muito Bem! - Part 1

Nasce Amyr Khan Klink, em 25 de setembro de 1955, na cidade de São Paulo. É o primogênito dos quatro filhos de Jamil Klink e Asa Frieberg Klink. Aos dez anos de idade, em Paraty, compra sua primeira canoa, Max – foi o início de uma coleção que ultrapassaria 30 embarcações.

Em 1978, com 23 anos, faz sua primeira viagem internacional, de moto, até o Chile.

Cinco anos depois, em 1983, termina a construção do seu primeiro barco: o I.A.T., com o qual, no ano seguinte, faria a primeira travessia solitária a remo do Atlântico Sul. A jornada de 3.700 milhas e 100 dias pelo Atlântico termina no dia 18 de setembro de 1984, na Bahia, e é retratada no best seller Cem Dias entre o Céu e o Mar.
Em 1986 realiza a primeira de suas 15 viagens à Antártica. Na volta, começa a construção do Paratii. Com esse barco, em 1989, estréia como velejador em uma viagem em solitário que duraria 642 dias, passando sete meses e meio imóvel em uma invernagem antártica. Navega, ao todo, por 27 mil milhas – viagem descrita em Paratii, Entre Dois Pólos.

Quatro anos depois, é sócio-fundador do Museu do Mar, em São Francisco do Sul, Santa Catarina. O ano de 1994 marca o início da construção do veleiro Paratii 2.

No ano de 1996 casa-se com Marina Bandeira, velejadora com mais de uma centena de competições no currículo.
Em 1997 nascem as gêmeas Tamara e Laura. No ano seguinte, Amyr parte para mais uma viagem em solitário. A bordo do Paratii, inicia o Projeto Antártica 360 Graus, em que faz a circunavegação polar pela rota mais difícil. São 88 dias, 14 mil milhas e mais um livro, Mar sem Fim.

Em 2000, nasce sua filha caçula, Marina Helena. No ano seguinte, após sete anos, Amyr conclui o Paratii 2, o mais moderno veleiro já construído no Brasil. Entre dezembro de 2003 e fevereiro de 2004, Amyr refaz a circunavegação polar, dessa vez com cinco homens na tripulação. A viagem dura 76 dias sem escalas, por 13,3 mil milhas.

Em 2006 lança seu mais recente livro, Linha D’Água – Entre Estaleiros e Homens do Mar.

Como incluir pessoas com deficiência intelectual e doenças raras que envelhecem?!

O programa ‘Envelhecimento e Deficiência Intelectual e Doenças Raras’ estreia nesta sexta!

Essa é uma preocupação que merece ganhar nossa atenção e atitude! As pessoas com deficiência intelectual e com doenças raras enfrentam desafios enormes em diversos campos da vida. São trajetórias que mostram o quanto é possível ultrapassar limites, obter sucesso, fazer a diferença.

Regina Próspero, vice-presidente do Instituto Vidas Raras, é mãe de Dudu – que já fez duas faculdades e hoje tem ótimo desempenho no trabalho. Mas, no primeiro curso – de Direito – Regina não teve dúvidas. Prestou vestibular junto com o filho, passou e se formou com Dudu. Afinal, a faculdade não tinha condições adequadas para acolher as necessidades especiais deste candidato com Mucopolissacaridose.

Para Leila Castro, da APAE de São Paulo e coordenadora de envelhecimento da APAE Brasil, é necessário engajamento por parte de todos – do governo à sociedade. A APAE tem feito um trabalho incrível ajudando também a promover a inclusão, por exemplo, de pessoas com Síndrome de Down.

Assista ao programa +50 Faz Muito Bem com essas duas especialistas! No ar na Tv Câmara SP, sexta-feira, 12, às 14h30, no canal 7 (NET) ou 61.4 (sistema aberto de tv).

Aproveito para informar que já estamos também apoiando a implementação do Teste do Pezinho Ampliado na rede pública de saúde, campanha destacada pelas duas entrevisadas. Se você concorda acesse e assine: www.pezinhonofuturo.com.br . O objetivo é angariar um milhão de assinaturas para ajudar a fazer valer esse direito!

A importância do silêncio em nossas vidas

No episodio de hoje temos uma reflexão e bate papo profundo, sobre um tema intrigante e instigante, falaremos sobre o silencio, participação de 2 pesquisadoras sobre o tema no qual a primeira pergunta que me fiz foi, o silencio e a ausência de som? vamos descobrir juntos neste bate papo .

Paula Pamplona Costa Lima:
Psicóloga, Mestre em Psicologia pela Universidade de Fortaleza, com foco no estudo sobre envelhecimento humano, políticas públicas para idosos, tempo livre e ócio. Membro do Laboratório Otium: grupo de estudos multidisciplinares sobre Ócio e tempo livre da Unifor. Fundadora do Clube Viva, um Centro-dia para idosos em Fortaleza.

Berta Lucia Neves Ponte:
Psicologa Clínica, pós graduada em estudos literários e culturais, mestranda em Psicologia, com foco no silêncio e ócio. Membro do Laboratório Otium: grupo de Estudos multidisciplinares sobre  ócio e tempo livre da universidade de Fortaleza.

Cálculos e administração de medicamentos - Legislação Técnica e exercicios para segurança do paciente e do profissional



Atribuição exclusiva de enfermeiros, técnicos e auxiliares, a administração de medicamentos é um processo que obedece a etapas rigorosamente estabelecidas. Administrar o medicamento certo, na dose certa, pela via certa, na hora certa demanda conhecimento de farmacologia, das técnicas e habilidade de execução, além do olhar atento a protocolos e regras.

Débora Estrela


Débora Maria Alves Estrela possui graduação pela Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (EERP-USP) e mestrado em Enfermagem pela USP. Fundou a Escola de Enfermagem do Hospital Sírio-Libanês, onde esteve na direção por 22 anos. É diretora da Escola de Enfermagem São Joaquim, do Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo (BP), e integrante da Rede Brasileira de Enfermagem e Segurança do Paciente (Rebraensp).

Talita Pavarini

Talita Pavarini Borges de Souza possui bacharelado e licenciatura pela Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo (EE-USP). É mestre em enfermagem pela EE-USP e doutoranda pela mesma instituição. Especialista em enfermagem do trabalho, integra a REBRAENSP, o Grupo de Pesquisa em Práticas Alternativas e Complementares em Saúde da EE-USP e a Sociedade Brasileira do Estudo da Dor.



1 | Segurança na assistência. 17 
2 | Questões éticas e legais sobre o preparo e a administração de medicamentos. 21 
3 | Materiais necessários para o preparo e a administração de medicamentos. 33 
4 | Formas de apresentação dos medicamentos. 63 
5 | Prescrição de enfermagem e prescrição médica. 73 
6 | Os certos da administração de medicamentos. 81 
7 | Vias de administração e cuidados de enfermagem. 87 
8 | Cálculo de medicamento. 171 

Anexo 1 | Resolução dos exercícios. 207 
Anexo 2 | Siglas e fórmulas. 243 

Referências. 247 
Índice geral. 255 

Testamento Vital com Lina Menezes Vamos conversar?

Este audio  faz parte da Série Testamento Vital com Lina Menezes no Youtube
Como não planejamos a finitude, o medo que temos de falar sobre morte, a importância da voz do paciente ser ouvida e registrada em documento. Um novo olhar que envolve um direito de cada um de nós

Assista o video e se inscreva nio canal : https://www.youtube.com/watch?v=bfqyhlLtcYI&list=PLzFma1FBnfG7zMk4PNcXM9kXVUboME_yC&index=8

A vida é tão rara | A vida é tão Clara

Historia de Clara , uma mulher de 40 anos que sonha, vive e ensina sobre a vida

Eu quero moooooorrer!

Viva a Arte tão desprezada e incompreendida atualmente. Eu quero mooooorrer para não ver a escuridão tomar conta dos novos tempos. Eu quero moooorrer ao ver os velhos tendo suas dignidades mortas e suas velhices desprezadas.

Depois do susto que passei com o coração do meu pai, achei por bem tomar vergonha e fazer um checkup cardiológico.

Tenho me sentido muito cansada e sem fôlego para encarar as lutas por meus sonhos.

O cardiologista, recomendado, me pareceu competente. Por sorte, quis saber um pouco de mim e não demorou a começar a fazer algumas perguntas:

-Sente dor no peito? 

-Tudo dói, respondi.

-Você fuma? 

-Não 

-Bebe? 

-Não 

-Sente falta de ar? Parei para pensar. 

-Costuma desmaiar? Será que os desmaios da minha alma contam? 

E lá estava eu, fazendo eletro enquanto meus pensamentos me levavam de encontro à infância da minha filha.

Quando meus filhos eram pequenos, lembro do absoluto cuidado com tudo que fazia. Tentava mostrar à eles o melhor de mim já que era muito comum vê-los imitando minhas falas e atitudes. Um amor tão profundo que nos torna o espelho do outro, afinal, quem não deseja se parecer com aquele que ama? Pois bem, minha filha Larissa, quando pequena, era extremamente dramática.

Gostava de fingir que a vida era uma apresentação de teatro e quando algo não saía como o planejado ela fingia desmaiar.

Eram desmaios dignos de uma artista que, sem nenhum constrangimento, deixava seu corpinho todo desabar ao chão.

Achava aquilo um tanto estranho e de mau gosto, mas acabava achando graça quando em seguida, ela perguntava: e aí mãe, foi bom o desmaio?

Lembro de uma vez que ela pintou todo o rosto com Hipoglós e no meio daquela pasta branca apenas seus olhinhos pretos, muito alegres, faziam a tal encenação.

Era dramática! Não sei dizer quem ela puxou, mas talvez o meu pai saiba já que ele sempre me assegurou que nasci para ser prima dona de ópera. Porquê será? Coisas de pai, sem fundamento algum já que eu continuo negando, de pés juntos, que sua dramaticidade era uma inocente imitação de algo que ela percebia em mim.

Cristiane T. Pomeranz
Arteterapeuta, entusiasta da vida e da arte, e mestre em Gerontologia Social pela PUC-SP. Idealizadora do Faça Memórias em Casa que propõe o contato com a História da Arte para tornar digna as velhices com problemas de esquecimento. www.facamemoriasemcasa.com.br E-mail: crispomeranz@gmail.com.



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