Hiperbólico

Quem somos?

Pergunta interessante. Pergunta profunda e filosófica. Mas deixando de lado muitos “ês” e “porquês” podemos dizer que o Hiperbólico é feito por pessoas comuns que buscam, contrariamente, sair um pouco desse comum para pensá-lo de modo crítico e livre.

Objetivamente, o Hiperbólico visa a democratização dos recursos teóricos e metodológicos da filosofia na avaliação dos mais variados assuntos que cercam as pessoas cotidianamente. Visa, com isso, popularizar os saberes tidos como “acadêmicos”, aqueles produzidos nas universidade e centros de pesquisa, colocando nossos ouvintes, expectadores e leitores em contato com uma variedade de perfis de pesquisadores, de teorias e de conceitos do mundo filosófico e científico.

Entendemos que popularizar e democratizar a filosofia significa tornar mais presente o exercício da reflexão, da interrogação, do questionamento, enfim, da dúvida. O próprio nome desse nosso canal de escritos, de áudios e de vídeos na internet remete a esse peculiar aspecto da filosofia. O termo hiperbólico faz menção ao exercício de inquirições e de questionamentos inesgotáveis que qualquer sujeito pode realizar a respeito de tudo que o cerca e mesmo em relação a si mesmo. Por esse motivo, nós do Hiperbólico buscamos não nos contentarmos com algum posicionamento já estabelecido, algo dogmático, mas sim promover a abertura, o diálogo e a reflexão constante que colocam o conhecimento em movimento. Assim nosso lema, situado no interesse em colocar sempre as “perguntas em movimento”.

Com o objetivo de promover esse movimento, disponibilizaremos diversos conteúdos produzidos por diferentes pessoas comprometidas com certa atitude filosófica questionadora, uma “atitude hiperbólica”. Essas contribuições serão periodicamente oferecidas através das seguintes seções:

PODCAST: Quinzenalmente, nas segundas-feiras, uma questão cotidiana será tratada por nós, coordenadores do Hiperbólico, e por convidados mais que especiais e especializados.  Você pode assinar o feed do podcast e nos acompanhar por aqui mesmo pelo site ou pelo aplicativo de smartphone de sua preferência.

O Hiperbólico conta com muitos colaboradores e convidados e é coordenado por Douglas Lopes e Márcio Jarek.

Douglas Lopes é pai da Estela, poeta e professor de filosofia com mestrado sobre filosofia da mente. Se alguém quiser conferir suas “credenciais mais formais” segue o link de seu currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/7818615950975683

Márcio Jarek é igualmente professor de filosofia com mestrado e doutorado sobre o pensamento do filósofo alemão Walter Benjamin. Seu currículo Lattes pode ser acessado no seguinte link: http://lattes.cnpq.br/4520414020505730

Maurício Bueno da Rosa  é também professor de filosofia com doutorado em Educação pela UFSC sobre a obra de Merleau-Ponty. Seu currículo Lattes pode ser acessado no seguinte link: http://lattes.cnpq.br/9881608222559155

Educação Universitária, Educação Primária e Secundária e Filosofia

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#7 Mulheres invisíveis, quem são elas?

Ficha técnica do episódio:
#7 Mulheres invisíveis, quem são elas?O ativismo feminista como uma janela para a humanização
Duração: 01:28
Data: 19/10/2017
Produção: Douglas Lopes, Márcio Jarek e Maurício Bueno.
Convidada:
Priscila Dias (https://www.intimocolorido.com.br)
Trilha sonora utilizada: 
Albúm "A mulher do fim do mundo" de Elza Soares (Link: https://www.youtube.com/watch?v=-m393EagdSk)
Se você é compositor, envie a sua trilha para sonorizar o Hiperbólico através do email contato@hiperbolico.com.br ou do formulário disponível na postagem.
 https://goo.gl/forms/tBXCBmAWZsO8mdMv2
Livros e reportagens mencionados no episódio:
ARENDT, Hannah. A condição humana. 5. ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1991.
JESUS, Carolina Maria. O quarto de despejo: diário de uma favelada.São Paulo: Ática, 2004.
Por que homens matam mulheres?  El pais. 09 de jul. de 2017. Disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2017/07/08/internacional/1499533272_517542.html
Brasil lembra centenário de escritora que definiu favela como quarto de despejo. Agência Brasil EBC. 14 de mar. de 2014. Disponível em: http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2014-03/brasil-lembra-centenario-de-escritora-que-definiu-favela-como-quarto-de
Outros podcasts sobre o assunto:
Mamilos - Sobre a Lei Maria da Penha - Disponível em: http://www.b9.com.br/66662/mamilos-78-lei-maria-da-penha-e-derrotas/
Anticast - Projeto Humanos
https://soundcloud.com/projetohumanos
Sugestões de livros, filmes e sites para aprofundamento:
DAVIS, Angela. Mulheres, raça e classe. S.Paulo: Boitempo, 2016
Os documentários "Lute como uma menina" (2015) de Flávio Colombini e Beatriz Alonso (https://www.youtube.com/watch?v=8OCUMGHm2oA) e "O aborto dos outros" (2008) de Carla Gallo (https://www.youtube.com/watch?v=de1H-q1nN98)
O filme "Que horas ela volta" (2015) de Anna Muylaert.
O vídeo explicativo de Priscila Dias sobre as atividades de sua ONG se encontra no youtube no seguinte link: https://www.youtube.com/user/PriscilaIntimo
Também visite o site e ajude a ONG Íntimo Colorido:
https://www.intimocolorido.com.br/
[youtube https://www.youtube.com/watch?v=hZqZyT5qbhg&w=480&h=277]

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