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Educação Universitária, Ciência da Vida e Quimíca

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Episódios

Hipnoanalgésicos (Parte II) - Química Farmacêutica II

Nessa aula falamos sobre os receptores opioides. Discutimos os subtipos de receptores e os locais de interação das partes farmacofóricas dos agentes opioides. Falamos também sobre as características estéricas e físico-químicas para o agonismo e o antagonismo dos receptores opioides. 

Hipnoanalgésicos (Parte I) - Química Farmacêutica II

Nessa aula foram discutidas as fontes naturais dos compostos opioides. Também falamos sobre a identificação estrutural da morfina, as características físico-químicas para efeitos farmacocinéticos aumentados. Finalmente, a Relação Estrutura-Atividade e a definição do farmacóforo da morfina foram descritas. 

Inibidores da Bomba de Prótons - Química Farmacêutica II

Nessa aula foram discutidas a formação do ácido clorídrico nas células parietais, a função da bomba de prótons, as características estruturais dos inibidores e seus mecanismos de ativação. Além disso, o planejamento e desenvolvimento do omeprazol foi apresentado. Por fim, o papel do H. Pilory na formação das úlceras pépticas foi também assunto.

Agentes Anti-Histamínicos (Parte II) - Química Farmacêutica II

Nessa aula discutimos a importância das características eletrônicas para a atividade das moléculas, tautomerismo do anel imidazólico, questões conformacionais, grupos toxicofóricos e, finalmente, a obtenção da cimetidina. 

Agentes Anti-Histamínicos (Parte I) - Química Farmacêutica II

Os antagonistas H2 são compostos químicos planejados a partir do agonista natural (histamina). Nessa aula foi abordada uma parte da estratégia utilizada para obtenção dessas moléculas. 

Introdução ao Estudo Químico-Farmacêutico das Classes Farmacológicas - Química Farmacêutica II

Nessa aula discutimos importantes conceitos que serão utilizados no decorrer do semestre. 

Patenteamento e Ensaios Clínicos - Química Farmacêutica I

Um pedido de depósito de patente almeja a proteção intelectual sobre a inovação farmacológica desenvolvida. Após concessão, a exploração patentária tem a duração de 20 anos. A sequência do processo de desenvolvimento de uma molécula culmina com os ensaios clínicos. Fase 1 em pacientes saudáveis. Fase 2 e 3 em pacientes que apresentam a enfermidade a ser tratada. Finalmente, a Fase 4 acompanha o fármaco durante sua comercialização (farmacovigilância).

Testes de Toxicidade/ Desenvolvimento Químico e Produção (Parte II) - Química Farmacêutica I

Após a otimização das interações intermoleculares com o alvo molecular e a otimização das propriedades farmacocinéticas, o fármaco, ou um candidato, deve apresentar ausência de toxicidade em modelos animais e possuir um processo sintético validado. A segurança da molécula deve ser provada em duas espécies de animais em um laboratório com boas práticas de experimentação. Quanto ao desenvolvimento químico, três lotes do composto devem ser sintetizados e seus parâmetros de qualidade determinados como comprovação da capacidade sintética e de controle de qualidade. 

Testes de Toxicidade/ Desenvolvimento Químico e Produção (Parte I) - Química Farmacêutica I

Após a otimização das interações intermoleculares com o alvo molecular e a otimização das propriedades farmacocinéticas, o fármaco, ou um candidato, deve apresentar ausência de toxicidade em modelos animais e possuir um processo sintético validado. A segurança da molécula deve ser provada em duas espécies de animais em um laboratório com boas práticas de experimentação. Quanto ao desenvolvimento químico, três lotes do composto devem ser sintetizados e seus parâmetros de qualidade determinados como comprovação da capacidade sintética e de controle de qualidade. 

Otimização das Propriedades Farmacocinéticas (Parte II) - Química Farmacêutica I

A otimização das propriedades farmacocinéticas tem por objetivo melhorar a biodisponibilidade das moléculas candidatas a fármacos alterando ou acentuando propriedades físico-químicas visando efeitos farmacológicos elevados. As alterações estruturais buscam equalizar o equilíbrio hidrofílico/hidrofóbico dos compostos, aumentar a estabilidade química e metabólica e otimizar a distribuição das estruturas nos tecidos.
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