Queremos ser ouvidos

O Podcast tem sido uma das fermentas mais democráticas e práticas de se contar histórias.

A proposta do Podcast STORYTELLERS é  ser um espaço para o artista contar suas histórias, resgatar suas memorias afetivas, falar do seu universo, paixão e engajamento e desta forma criar vínculo e empatia com seu público e fãs.  

Nessa série em parceria com a escolafm as crianças falam do seu universo, habilidades, amizades e família. A primeira temporada apresenta Rafael simplicio e seu programa Anime-se onde ele fala de suas paixões, cultura pop, geek e protagonismo infanto-juvenil.  
O podcast Storytellers  "Queremos ser ouvidos" é um resumo do que vai ao ar durante a semana na escolafm.  


“As histórias estão por toda parte, somos todos livros, lendo e sendo lidos o tempo todo, desde a concepção até  nossos últimos dias na terra, tudo compõe uma grande teia de historias com vários personagens, cenários, protagonistas e coadjuvantes. 

O mundo é uma grande biblioteca com histórias sendo contadas o tempo todo, faladas, escritas, filmadas, cantadas, desenhadas ou fotografadas por seus contadores. “
Jorge Moreno 




Sociedade e Cultura, Artes e Educação

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Episódios

Saudade

Saudade de ser criança com meu irmão. Saudade que mata na quarentena.

A palavra saudade é uma exclusividade da Língua Portuguesa, o jornalista e cronista do Jornal Portal Felipe Lucena define bem e de forma linda o peso que essa palavra tem tido nestes dias de confinamento e perdas.

Por falar em confinamento lembrei das loucuras que eu e meu irmão inventávamos quando éramos crianças quando ficávamos confinados num quitinete enquanto minha mãe garantia o aluguel e a comida trabalhando como diarista. Mesma época em que nos tornamos batistas só pra filar o lanche da escola dominical. 

Aí deu saudade até do que doía e machucava.  
Solidão e miséria que a gente transformava em teatro e brincadeiras. 

Saudade de vender picolé para garantir o dinheiro amassado do teatro, saudade do Marcelo e do Grêmio Estudantil. 
Saudade não ter pai nem família de comercial de margarina, 
saudade... 
Saudade é assim...
Não se explica, se sente.

Cultura da doação e do compartilhamento

Cultura de doação ganha espaço entre brasileiros

Segundo matéria publicada no site da fundação  telefônica junho de 2019  http://fundacaotelefonica.org.br/  “ O brasileiro é solidário”. O  Country Giving Report 2018, o mais recente estudo sobre a doação individual no Brasil, revelou  que  sete em cada dez pessoas, ou seja, 70% realizam ao menos uma doação anualmente.

O mesmo relatório Country apontou  que as novas gerações de brasileiros são mais engajadas e doam mais. Segundo o estudo, pessoas entre 25 e 34 anos doaram mais dinheiro comparadas às pessoas com mais de 55 anos . Além disso, o estudo também constata que a faixa etária 18-24 anos é a que percebe mais o impacto positivo da atuação das organizações da sociedade civil. 

Isso reforça a máxima de doar faz bem! E faz mesmo , na natureza por exemplo , tudo que é compartilhado e distribuído tende a crescer e o que retém e represa , apodrece , morre ou fica inútil. Já procurou saber porque o mar morto tem esse nome? 

uma outra máxima, comum entre produtores artistas  é que você não pode doar aquilo que que você tem para garantir seu sustento. Essa eu respeito mas discordo. Generosidade e a gentileza é uma via de mão dupla mesmo quando não há interesse de retorno para quem doa. Eu gosto de outra máxima : cuide dos outros que a natureza cuida de você. 

Sim você pode e deve doar, seu talento, seu dinheiro, seu trabalho, suas horas, sua vida , o que você quiser,  importa que essa seja uma ação espontânea e alegre. 

Doar é uma ato solidário e a solidariedade é também aplicada na economia de mercado  [ ] A Economia Solidária é um jeito diferente de produzir, vender, comprar e trocar o que é preciso para viver. Sem explorar os outros, sem querer levar vantagem, sem destruir o ambiente. Cooperando, fortalecendo o grupo, cada um pensando no bem de todos e no próprio bem.

O leva que leva à  Economia colaborativa é uma economia em que bens e serviços são obtidos de forma compartilhada.

Cada vez mais o Colab ( produzir junto)  além de compartilhar ideias, serviços, produtos e espaços a nova cultura da economia colaborativa sugere a co criação – a possibilidade de ter não apenas um autor , mas vários e com plataforma sempre aberta para chegada de novas ideias e identidades.

mesmo na indústria fonográfica  onde a propriedade intelectual é hoje uma das principais fontes de receita, é cada vez mais comum o feat ( participações)  até no seguimento pop é comum as vezes ter tantos autores e participações num registro  como um samba enredo que tem mas de 10 autores .  

Os próprios influenciadores digitais, youtubers ou podcasters popularizaram o termo colab como forma de trocar e agregar views seguidores entre si. 

E por falar em colab hoje rola a participação do meu parceiro de podcast no Jornal Portal o Eduardo Lamas do Lamas Cast , uma critica ácida a qualidade da nossa Musica Popular Brasileira de Massa. 

Transformações positivas através da educação e da música.

Transformações positivas através da educação e da música.  

Neste episódio eu falo sobre o poder de transformação e inclusão social da educação, a educação artística e musical como apoio a educação formal e ao desenvolvimento das habilidades das crianças. O trabalho do Instituto Playing for Change Brasil e da Associação São Martinho no contra turno escolas das crianças. 

Como foi o primeiro e como será o segundo episodio Playing For Change Day at Home um evento para colaborar com a manutenção destes dois projetos. 

Uma ação solidária com mais de 100 músicos conectados 24 horas e uma equipe fera de articuladores: Affonso Nunes, Fabiana Salgueiro, Rodrigo Brandão e Diego Navega ( Multiplier App)  Felipe Barão, Diego, Ananda Torres, Samantha Kfuri, Patrícia Amaral  ( Agê Kid e Teen), Nando Pessoa, Dj Luiz Claudio e Fernando Kholl  (TV Gargarejo) mais o pessoal do Instituto Alan Eccel, Carlos Fabiani, Gil e o Marcelo Kery.        

O papo de linhaça hj é com o músico , pesquisador e professor de música Marcelo China, mais um colunista do Jornal Portal que dá as caras aqui no chá de linhaça.

Pra quem quiser saber mais sobre o evento que vai rolar este final de semana é só acessar o site oficial : https://playingforchangeday.org/event/playing-for-change-day-at-home-paz-atraves-da-musica 

Ou o site da TV Gargarejo sábado a partir do meio dia. 

https://www.gargarejo.live 

Se quiser colaborar a conta é: 68242-2 ( Banco Itaú)  -  Ag: 3835 - Instituto Playing For Change     CNPJ: 22.792.042/0001-45

papo de mulher, mulher, mulher

Perto do dia das mães uma reflexão sobre este, que é apenas um dos papeis que as mulheres desenvolvem com maestria. Todas as mulheres nasceram pra ser mãe?  

A convidada do Jornal do Portal deste episódio é a LAURA MAFFEI

Carioca da gema, pedagoga de formação e artista por transgressão, vem fazendo da pintura e da escrita sua maior forma de expressão e comunicação com o mundo. Falar sobre o que a sociedade quer varrer pra baixo do tapete é sua maior realização. 
Falar de mulher pra mulher, pra homem pra todo mundo é uma das coisas que ela mais gosta.
 

#TBT Jornal do Brasil

O JB  foi criado em 1891 e teve papel crucial na definição dos rumos da imprensa brasileira, sobretudo a partir de 1959, quando passou por uma revolucionária reforma gráfica e editorial. Vítima de longa e severa crise financeira, o periódico teve sua versão impressa extinta em 31 de agosto de 2010, quando passou a existir somente na internet.
Vítima de longa e severa crise financeira, o periódico teve sua versão impressa extinta em 31 de agosto de 2010, quando passou a existir somente na internet.
Voltou a circular nas bancas em 2018, mas infelizmente pouco mais de 1 ano depois encerrou definitivamente seu projeto de circulação. 
O Papo de Linhaça de hoje é com o Affonso Nunes , jornalista que iniciou a carreira no JB, voltou lá algumas vezes e acompanhou toda essa trajetória. Affonso é também um dos colunistas do Jornal Portal e assina o blog Na Caixa de CD sobre música. 

dia do livro

23 de Abril dia que se comemora o dia Dia mundial do Livro... 
Além de homenagear várias obras literárias e seus autores, a data também busca conscientizar as pessoas sobre os prazeres da leitura. 
Começando a nova temporada do chá de linhaça com o jornal a gente te pergunta: Quantos livros você leu no último trimestre? 
Se a resposta foi nenhum, não se sinta tão mal, você faz parte dos 74% de brasileiros que não compraram, nem leram nos últimos meses.
A partir deste episódio Chá de linhaça vai apresentar sempre um colunista do jornal portal pra falar sobre arte e cultura e outros temas conexos. 
O primeiro convidado é o Ricardo Dias pra falar sobre a ameaça que ronda o livro. 

Comunicação multiplataforma

Quando o rádio surgiu: “O fim do jornal impresso é certo!”
Quando surgiu a TV; “O rádio certamente vai acabar!”
Quando surgiu a internet “Agora vai acabar o jornal, o rádio e a TV!” 
Acabar não, migrar. 
Migrar para multiplataforma. 
Tudo junto, ao mesmo tempo, agora. 
Hoje o Papo de linhaça é com a Renata Couto, editora do Jornal Portal, que entendeu esta mudança e já se adaptou. 
E como hoje é dia de #tbt vamos recordar o P.F.C Day Rio 2018 
No Linhaça Jah, O Teatro Mágico, o que é Felicidade?

New York a cidade que não dorme, parou.

O estado de Nova York, que possui um terço da população da Itália e metade da população da Espanha, começa a se aproximar dos números desses dois países devastados pelo Covid-19 para a contagem diária de mortes. 
Mesmo que as medidas físicas de distanciamento sejam mantidas, autoridades da Casa Branca já alertaram que até 240 mil americanos podem morrer de coronavírus – matando mais do que as guerras da Coreia (1950-1953) e do Vietnã (1955-1975) juntas (94 mil mortos). 
A gente tem ouvido falar bastante em isolamento e distanciamento social nestes dias. Ficar isolado com a família já é algo bem complicado, agora ficar isolado dos seus parentes em um país distante deve ser algo bem pior. Se ficar sem emprego ou atividade profissional na sua própria cidade já é complicado, imaginem em outro país com todas as barreiras culturais e com o fato de você não ter os direitos sociais de um cidadão do país.   
No papo de linhaça um papo com Valdir Silva, locutor que está vivendo em nova York. No Linhaça Jah uma reflexão sobre Quem é o inimigo ?  

"Lives" pra ficar vivo.

Lives para ficar vivo 

As medidas de isolamento social do município e do estado pegaram muitos artistas e produtores de surpresa. O produtor João Luiz Azevedo chegou a "agradecer" ao governador pelo decreto que o fez cancelar a principio 17 produções e adiar outras. Até então ele não tinha ideia do que viria depois. Turnês internacionais canceladas, Disney e Broadway fechadas, campeonatos esportivos nacionais e internacionais ( incluindo as Olimpíadas) adiados.

O chá pra curar essa azia foi criar apresentações  ao vivo nas redes sociais. O jornal Portal ( jportal.com.br ) publicou uma matéria muito legal sobre o movimento “Música Viva”. Criado de forma coletiva para  fortalecer o mercado musical e propor alternativas para sua sustentabilidade. 

Outra matéria do Jornal Portal fala sobre a onda das lives. Vários festivais online, alguns apoiados por jornais, TVs e emissoras de rádio e outros promovidos por gravadoras. A maioria dos festivais online acontece no Instagram mas também no Facebook e no Youtube e podem ser encontrados através das hastags : #festivalmusicaemcasa , #tamujunto, #festivalficoemcasa, #movimentomusicaviva, #nasaladeestar , #barmpb , #movimentomusicaviva, #EuFicoEmCasa e #ZiriguidumEmCasa

Além dos músicos os atores e produtores teatrais estão buscando soluções criativas para colaborar com essa mobilização dos artistas. O FestLive in Cena é uma mostra teatral promovida pela Artetude Produções e pelo jovem ator e diretor Douglas Freire, convidando artistas diferentes para interpretar grandes clássicos nacionais e internacionais on line no  instagram @doougfreire.

Já no Papo de Linhaça você conhecerá o Filipe Flakes que além de músico é também produtor  empreendedor cultural e tem ótimas dicas pra você que é artista ‘ se virar” nestes dias de isolamento  

Mais do que nunca que o lema “Juntos somos mais fortes” ganha muito mais sentido. A internet está aí para que este isolamento seja só físico e para que as pessoas aproveitem para se conectar ainda mais e com mais proposito. 

Isolamento social é a principal forma de evitar os contágios e mortes pelo e nestes dias de isolamento e arte uma das principais fermentas de socialização e cura para doenças emocionais  que podem surgir por conta deste isolamento.  

A música tem enorme poder de integrar e transformar, por meio dela é possível também levar entretenimento, saúde, tranquilidade e bem-estar a todos. 

Fique em casa !  Ouça música ! Cante e dance e apoie trabalho dos seus artistas preferidos! 

Essa onda vai passar!   

MKT musical

Em tempos de reclusão os músicos buscam soluções para se manter, uma vez que o principal meio de renda para os artistas , os shows, estão cancelados ou suspensos, a solução foi aprender e entender como funciona o marketing musical na internet. De lives à novas formas de monetização com sua obra. Um papo com Luciano Gomes da Meu Felling tem umas dicas boas .   
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