Tetas na Mesa

Da mesa de bar para os microfones, toda semana Érica Ramirez, Thaís Habka e Mari Batisteli batem um papo descontraído e honesto sobre a treta que é viver equilibrando todos os pratinhos da vida de mulher e mãe feminista.

Toda quarta-feira, um novo episódio.

Sociedade e Cultura e Crianças e Família

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Episódios

#61 – E as mais fudidas na pandemia são...

Se você é mãe com certeza sabe a continuação do título desse episódio. Sim, são as mães. Sem escola para os filhos, sem rede de apoio, com trabalho que exige a mesma produtividade como se os filhos não existissem, sem trabalho porque foi demitida ou porque teve que abdicar para cuidar dos filhos, sem tempo para si mesma, sem vontade de olhar para si mesma... com jornadas intermináveis, a pandemia só escancarou e conseguiu piorar a sobrecarga materna.
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No 61º episódio do Tetas na Mesa, Érica, Thaís e Mari convidaram Juliana Mariz e Lia Abbud da @fatigatis para conversarem sobre o estresse e exaustão que a pandemia tem causado às mulheres que são mães e viram que mesmo longe de termos soluções, falar sobre isso e sabermos que não estamos sozinha pode ser o acalanto para os tempos difíceis.
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Episódio começa aos (05:12) min. Queimando o Sutiã, a partir do (01:00:31) min.
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E se você preferir nos mandar um e-mail, envie para tetasnamesa@gmail.com.
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Créditos:
Edição: Ique Muniz - iquemuniz@gmail.com.
Música da abertura: Os Tempos Mudam, de Rodrigo Ogi e Lurdez da Luz.
Quadro Oi, tá boa?: Babi Amaral @babi__amaral leu texto de Melissa Fenton.
Música de finalização: Dona de mim, de IZA.
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Queimando o Sutiã:
Érica: série Bridgerton, disponível na Netflix.
Thaís: canal no Telegram Talvez você deva conversar comigo da Renata Magliocca do @contodevista.
Lia: livro Indomável, de Glennon Doyle.
Ju: livro Milagrimas, de Alice Ruiz.
Mari: podcast Revoar, da Rádio Novelo.
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#60 – Festa da esperança das Tetas

Os tempos que vivemos no brasil pandemia 2021 são sombrios, mas há de se seguir em frente. Encontrar forças para continuar tem sido cada vez mais difícil e ter esperança que vai passar e que as coisas vão melhorar precisa ser um esforço diário.
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No 60º episódio do Tetas na Mesa, Érica, Thaís e Mari comemoram o 2º ano de vida do Tetas na Mesa no estilo festa online e chamaram suas amigas Dani Carvalho (@dani.carvalho__), Ju Trevisan (@juliananogueiratrevisan) e Verena Barneschi (@verenafbarneschi) para beber bons drinks, chorrir e conversar sobre como ter esperança em tempos como esses. E claro que para isso, precisaram ouvir profissionais em saúde mental, porque não tá fácil pra ninguém, não.
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Episódio começa aos (05:48) min.
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Créditos:
Edição: Ique Muniz - iquemuniz@gmail.com.
Música da abertura: Os Tempos Mudam, de Rodrigo Ogi e Lurdez da Luz.
Música de finalização: Principia, de Emicida.
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MAIS Tetas #07 – Dupla maternidade

Bora falar sobre dupla maternidade? Quantos casais de duas mulheres com filhos você conhece? Este episódio traz 4 mulheres lésbicas para falarem sobre maternidades, preconceitos, medos, conquistas, desejos e possibilidades de ser mãe ao lado de outra mãe.
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Marcela Tiboni (@marcelatiboni), ativista e autora do livro MAMA: um relato de maternidade homoafetiva, será a anfitriã da 3ª temporada do MAIS Tetas na Mesa e junto com suas convidadas Bia (@mariabeatrizbonna), Camila (@camilithamendes) e Juliane (@jupinaarthur) abrem essa série que trará o tema da maternidade lésbica e parentalidade não heteronormativa.
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Créditos:
Edição: Ique Muniz - iquemuniz@gmail.com.
Música da abertura: Os Tempos Mudam, de Rodrigo Ogi e Lurdez da Luz.
Música de finalização: Do jeito que a gente quer, de Isadora Canto.
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Indicações:
Ju: livro Mãe Não é uma Só, eu Tenho Duas!, da Nanda Mateus e Raphaela Comisso.
Bia: livro MAMA: um relato de maternidade homoafetiva, da Marcela Tiboni e documentário Em defesa da família, disponível no Youtube.
Camila: perfis da Marcela Tiboni (@marcelatiboni) e da Natalie Trevisan Paz (@natrepaz) no Instagram.
Marcela: digitar na busca duasmaes no Instagram e ver todos os perfis que aparecem.
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#59 – Decidi que queria ser mãe | #OPodcastÉDelas2021

Querer ser mãe pode ser uma vontade sua ou não. Quando esse desejo existe, você começa a planejar os caminhos para isso acontecer. Mas aí vem a vida e pá, te mostra que quando se trata de maternidade, a única coisa que se pode afirmar é que nada, mais nadinha mesmo, vai sair como planejado.
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No 59º episódio do Tetas na Mesa, Érica, Thaís e Mari participam da campanha #OPodcastÉDelas2021 e convidaram para essa roda de escuta virtual a ouvinte Anamaria Lima (@analima78) que nos contou a sua história e como ela deu mil voltas na Terra para ter sua filha Marina, que além de ter pai gringo, também é cuidada pela Ju, sua companheira.
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Episódio começa aos (05:56) min.
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Créditos:
Edição: Ique Muniz - iquemuniz@gmail.com.
Música da abertura: Os Tempos Mudam, de Rodrigo Ogi e Lurdez da Luz.
Música de finalização: O Que Você Quer Saber de Verdade, de Marisa Monte.
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#58 – Nunca quis ser mãe | #OPodcastÉDelas2021

Uma das imposições do patriarcado e do machismo é de que toda mulher tem o desejo de ser mãe. Quando os planos não saem do jeito que a gente imaginava (e quando saem mesmo?), é necessário se reconstruir e criar uma relação com seu filho longe das romantizações que o sistema dita para a maternidade.
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No 58º episódio do Tetas na Mesa, Érica, Thaís e Mari participam da campanha #OPodcastÉDelas2021 e convidaram para a mesa a ouvinte Ju Paschoa (@jupaschoa) que conta a sua história e a do seu maternar e vimos que ao praticarmos a escuta, nós abrimos novas possibilidades inclusive para a nossa própria história.
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Episódio começa aos (07:11) min. Queimando o Sutiã, a partir do (51:41) min.
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Créditos:
Edição: Ique Muniz - iquemuniz@gmail.com.
Música da abertura: Os Tempos Mudam, de Rodrigo Ogi e Lurdez da Luz.
Música de finalização: Asas, de Tássia Reis.
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Queimando o Sutiã:
Thaís: vídeo Chimamanda Adichie: o perigo de uma única história, disponível no Youtube.
Érica: show Hannah Gadsby: Douglas, disponível na Netflix.
Ju: façam terapia e perfil da Andressa Reis @andressareiis no Instagram.
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#57 – O que te faz ser mãe?

Exaustas de tantos afazeres domésticos e de cuidados com os filhos - é assim que a maioria das mulheres que são mães definem a sua maternidade. Mas e tirando tudo isso, o que sobra do seu maternar?
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No 57º episódio do Tetas na Mesa, Érica, Thaís e Mari começam a conversa com essa pergunta e viram que é preciso buscar o prazer na relação com seu filho para que a gente quebre essa lógica de uma maternidade somente à serviço do patriarcado.
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Episódio começa aos (08:18) min. Queimando o Sutiã, a partir do (53:36) min.
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Música da abertura: Os Tempos Mudam, de Rodrigo Ogi e Lurdez da Luz.
Música de finalização: Todo Carnaval Tem Seu Fim, de Los Hermanos.
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Queimando o Sutiã:
Post ‘Maternidade(s) não é amor. é trabalho doméstico’ da Ana Castro no perfil @acacastro.
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#56 – O ideal do amor romântico

Fomos socializadas desde a infância a idealizar nossas relações amorosas dentro do padrão do amor romântico. Esperar, desejar e quando esse amor finalmente acontecer, segurar com toda força para que ele nunca acabe, pois se acabar isso será sinônimo de fracasso para a sociedade patriarcal.
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No 56º episódio do Tetas na Mesa, Érica, Thaís e Mari conversam sobre a desmitificação do amor romântico e viram como é necessário quebrar mais esse instrumento de manipulação e submissão feminina. Precisamos estar atentas porque esse papo de encontrar a metade da laranja não é amor, é cilada.
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Episódio começa aos (06:37) min. Queimando o Sutiã, a partir do (57:32) min.
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Música da abertura: Os Tempos Mudam, de Rodrigo Ogi e Lurdez da Luz.
Música de finalização: O Nosso Amor A Gente Inventa, de Cazuza.
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Queimando o Sutiã:
Thaís: livro Amor líquido, do Zygmunt Bauman e vídeo As 5 Linguagens do Amor, do canal Tempero Drag da Rita Von Hunt.
Érica: série Normal People, disponível no canal StarzPlay na Prime Video.
Mari: perfil no iG da psicanalista @ana_suy e podcast Alcateia Psicanalítica.
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MAIS Tetas #06 – Transicionei junto com minha filha

‘Me perguntem o que vocês querem saber' - 'Thamirys, a gente quer saber onde dói, aonde o medo chega...'. Esse foi o teor da conversa que deu origem a esse episódio.
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E no último episódio da segunda temporada do MAIS Tetas na Mesa, Thamirys Nunes (@minhacriancatrans) corajosamente grava sozinha, como quem desabafa para o espelho, o que simboliza muito a solidão percebida por ela quando se dá conta do quanto a sociedade fecha os olhos e as portas para as crianças trans e suas famílias.
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Música de finalização: Who I Am, da Melanie C.
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#55 – Mulher brava

A mulher brava não é aceita na sociedade patriarcal porque desagrada, não condiz com o esperado. Ela é vista como rude, reativa, histérica. Porém, se essa mulher brava fosse homem, ele só seria confiante, assertivo, com personalidade forte. Um homão, né?
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No 55º episódio do Tetas na Mesa, Érica, Thaís e Mari começam os trabalhos de 2021 falando sobre como as mulheres logo são vistas como agressivas quando são firmes e viram que esse olhar negativo para essa agressividade é só uma resposta do machismo para deslegitimar a nossa voz.
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Episódio começa aos (10:33) min. Queimando o Sutiã, a partir do (01:00:49) min.
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Música da abertura: Os Tempos Mudam, de Rodrigo Ogi e Lurdez da Luz.
Música de finalização: Bum Bum Tam Tam, de Mc Fioti.
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Queimando o Sutiã:
Mari: vídeo da comunicadora Hana Khalil @hanakhalilal no iG, A Mulher Agressiva.
Érica: série How to Get Away With Murder com a deusa mulher braba Viola Davis, disponível na Netflix.
Thaís: perfil no iG da psicanalista Aline Lima @psicologa_alinelima.
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#54 – Ano leve como Regina

Finalmente chegamos ao fim desse ano um tanto quanto peculiar. E para fechar com chave de ouro, fizemos nossa tradicional retrospectiva do jeito que a gente mais gosta: ao redor de uma mesa (virtual) entre amigas, batendo papo sobre uma mistureba de assunto, dando risada e sendo bem leeeeve... leve como Regina.
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No 54º episódio do Tetas na Mesa, Érica, Thaís e Mari convidaram sua amiga Lila Mesquita (@lila.mesquita) para sentar na mesa com elas e conversar sobre o que foi cada mês desse ano maluco para cada signo do zodíaco. Entendeu nada? Pois é, vem ouvir que essa conversa ficou engraçada demais e bateu o recorde de episódio mais longo desse programa.
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Episódio começa aos (03:29) min.
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Música da abertura: Os Tempos Mudam, de Rodrigo Ogi e Lurdez da Luz.
Música de finalização: Oração ao Tempo, do Caetano Veloso.
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